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 Com a chegada do verão e das férias escolares, a piscina passa a ser um dos espaços mais frequentados por moradores de prédios. Com isso, a questão da segurança merece ainda mais atenção para evitar acidentes graves ou até mesmo fatais. E os cuidados com as crianças devem ser ainda maiores. Dados do Ministério da Saúde apontam que no Brasil o afogamento é a principal causa de mortes acidentais de crianças de um a quatro anos de idade. E números de 2016 revelam que 913 crianças, de até 14 anos, morreram afogadas no país. Boa parte dos casos registrados ocorreram justamente em piscinas.

“A primeira recomendação de segurança é: criança na piscina somente na presença de um responsável. Além da questão do afogamento, o local também pode oferecer outros riscos à integridade física dos pequenos como, por exemplo, piso escorregadio em uma área próxima. As brincadeiras inapropriadas para o local também podem resultar em acidentes. Por isso é indispensável a vigilância dos pais ou de um responsável durante todo o período em que crianças permanecem na piscina”, recomenda Roger Silva, diretor da Auxiliadora Predial, empresa de gestão condominial e negócios imobiliários.

Mas o condomínio também deve seguir certas regras de segurança. “Fora do horário de uso estabelecido no regimento, deve-se manter o local da piscina trancado e, se for viável, cobrir a piscina com uma lona. Placa informando a profundidade da água também é uma boa dica, para evitar acidentes com mergulhos de cabeça. A transparência causa uma sensação de profundidade que não é a real e pode causar uma séria lesão em quem mergulhar no raso”, diz o especialista. Em casos de tempestades com raios, ele lembra que a recomendação é sair da piscina. “O cloro da piscina é uma substância condutora de eletricidade, e isso aumenta a possibilidade do banhista atrair um raio”, completa.

Por fim, Silva reforça a necessidade dos condomínios investirem na instalação de sistemas antissucção, também conhecido como antiaprisionamento, colocado sobre o ralo. O dispositivo controla a interrupção do processo de sucção da bomba sempre que o ralo for obstruído. “Casos como o de pessoas mortas por afogamento porque tiveram os cabelos presos pela sucção dos ralos podem ser evitados com essa simples medida”, diz Silva.  No ano passado, em um hotel no litoral norte de Santa Catarina, uma menina de sete anos morreu nessa situação. “Que a piscina sirva apenas para o lazer e descanso de todos”, conclui o diretor da Auxiliadora Predial.

Fonte: Assessoria de Imprensa / Auxiliadora Predial

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