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			<title>Obra24horas - Matérias</title>
			<link>http://www.obra24horas.com.br</link>
			<description>Últimas matérias da Construção Civil</description>
			<language>pt-br</language>
			<copyright>Copyright 2010 - Todos os direitos reservados - Obra24horas</copyright>
			<lastBuildDate>Wed, 24 Feb 2010 10:55:00 GMT</lastBuildDate>
		
			
			
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=484]]></guid>
			<title>Texturização permite várias técnicas para renovar as paredes</title>
			<description><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <div align="center"><strong><font size="3">Texturiza&ccedil;&atilde;o permite v&aacute;rias t&eacute;cnicas para renovar as paredes</font></strong></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>
            <table style="WIDTH: 340px; HEIGHT: 265px" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" border="0">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font face="Verdana" size="1"><img height="244" alt="" src="http://www.obra24horas.com.br//FCKeditor/imagens/Image/04.07.2007_2.jpg" width="340" align="left" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td>
                        <div align="justify"><em><font face="Verdana" size="1">Existem diversas t&eacute;cnicas que o pr&oacute;prio consumidor pode arriscar fazer sozinho em casa</font></em></div>
                        </td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            </p>
            <div align="justify"><em><font face="Verdana" size="2">V&aacute;rios s&atilde;o os estilos que podem ser adotados</font></em></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Tinta desbotada, parede sem gra&ccedil;a. Essa &eacute; a impress&atilde;o de quem vive j&aacute; h&aacute; um tempo na mesma casa. Nem sempre &eacute; poss&iacute;vel fazer uma reforma, mas os produtos dispon&iacute;veis no mercado podem ajudar a promover uma verdadeira transforma&ccedil;&atilde;o nos ambientes. Trocar a cor da parede ou trabalhar uma textura s&atilde;o solu&ccedil;&otilde;es vi&aacute;veis, que podem ser feitas pelo pr&oacute;prio consumidor. E, com a ajuda da Internet, &eacute; poss&iacute;vel prever e calcular as mudan&ccedil;as em cada c&ocirc;modo. Os sites dos fabricantes oferecem simuladores para o consumidor testar as cores e calcular a quantidade de tinta necess&aacute;ria.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Se a op&ccedil;&atilde;o for a textura, existem diversas t&eacute;cnicas que podem ser desenvolvidas, com ajuda de ferramentas como desempenadeira e esp&aacute;tula e at&eacute; utens&iacute;lios dom&eacute;sticos como colheres, fita crepe e vassoura - os desenhos variam de acordo com a imagina&ccedil;&atilde;o de quem vai fazer o trabalho.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Uma das t&eacute;cnicas mais populares &eacute; o uso do est&ecirc;ncil, um molde vazado que pode ser usado para pintar, al&eacute;m de paredes, papel ou tecido. &ldquo;A tend&ecirc;ncia atual &eacute; o floral, tanto para a forma dos desenhos quanto para as cores&rdquo;, diz a coordenadora do laborat&oacute;rio de cores das tintas Coral, Wilma Yoshida.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Para quem resolver se aventurar sozinho na hora de trabalhar a parede, a consultora de cores da Suvinil, &Eacute;rica Taniguti, d&aacute; a dica. &ldquo;Voc&ecirc; pode fazer seu pr&oacute;prio molde usando antigas chapas de raio X. Basta dar um banho de &aacute;gua sanit&aacute;ria que ela se torna fosca e ideal para ser transformada em molde. Ent&atilde;o, &eacute; s&oacute; desenhar em cima e recortar com um estilete o desenho que quiser&rdquo;.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Para quem n&atilde;o tem experi&ecirc;ncia, a dica de Wilma &eacute; testar a textura em uma parede mais discreta, em que seja poss&iacute;vel refazer o trabalho, caso algo saia errado. &ldquo;&Eacute; preciso tamb&eacute;m ficar atento &agrave;s recomenda&ccedil;&otilde;es da embalagem e, em caso de d&uacute;vida, entrar em contato com o atendimento dos fabricantes dos produtos&rdquo;. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Segundo o coordenador do departamento t&eacute;cnico da Solventex, F&aacute;bio Martinelli, a textura pode ser pensada at&eacute; como uma sa&iacute;da para cobrir pequenos defeitos. &ldquo;As fissuras devem ser impermeabilizadas, mas o trabalho na parede &eacute; uma boa forma de esconder o reparo&rdquo;, diz.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">H&aacute; tr&ecirc;s tipos de massa para esta finalidade no mercado: a fina, a m&eacute;dia e a r&uacute;stica. A varia&ccedil;&atilde;o entre elas se d&aacute; pelo tamanho e tipo das part&iacute;culas que as comp&otilde;em. A m&eacute;dia &eacute; indicada para trabalhar a criatividade dos estreantes na t&eacute;cnica, por ser mais vers&aacute;til. E &eacute; ideal para os ambientes internos. Para o lado de fora da casa, a tend&ecirc;ncia &eacute; usar a massa r&uacute;stica.</font></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p align="right"><font face="Verdana" size="2"></font></p>
            <p align="right"><font face="Verdana" size="2">Da Reda&ccedil;&atilde;o</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=484]]></link>
			<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			
			
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=970]]></guid>
			<title>Construções verdes fazem trabalho duplo</title>
			<description><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <div align="center"><strong><font size="3">Constru&ccedil;&otilde;es verdes fazem trabalho duplo</font></strong></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>
            <table style="WIDTH: 326px; HEIGHT: 342px" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" border="0">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font face="Verdana" size="1"><img height="320" alt="" src="http://www.obra24horas.com.br//FCKeditor/imagens/Image/03.12..2009.jpg" width="320" align="left" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td>
                        <p align="justify"><font size="2"><font face="Verdana" size="1"><em>&nbsp;Setor de constru&ccedil;&otilde;es globais precisa reduzir o consumo de energia nas constru&ccedil;&otilde;es em 60% at&eacute; 2050</em></font> </font></p>
                        </td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            </p>
            <div align="justify"><em><font face="Verdana" size="2">Redu&ccedil;&atilde;o do consumo de energia e&nbsp;retornos financeiros s&atilde;o apenas alguns benef&iacute;cios da constru&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel</font></em></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O potencial para redu&ccedil;&atilde;o de consumo de energia em pr&eacute;dios antigos e novos &eacute; significativa, de acordo com um estudo da KPMG. O estudo conclui que o consumo de energia nos pr&eacute;dios poderia ser reduzido de 30% a 50% e ainda produzir um retorno em investimentos. Al&eacute;m disso, grupos imobili&aacute;rios podem tirar uma oportunidade de neg&oacute;cios a partir de constru&ccedil;&otilde;es verdes atraindo os melhores acordos e investidores estrat&eacute;gicos, de acordo com o relat&oacute;rio. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O estudo, &quot;Mudan&ccedil;as Clim&aacute;ticas: Riscos e Oportunidades no Mercado Imobili&aacute;rio Comercial Canadense&quot;, revela que emiss&otilde;es diretas de gases do efeito estufa vem de combust&otilde;es locais de combust&iacute;veis utilizados em sistemas de aquecimento e refrigera&ccedil;&atilde;o, e do uso de refrigerantes. Enquanto isso, emiss&otilde;es indiretas vem primeiramente dos gases do efeito estufa lan&ccedil;ados a partir de combust&otilde;es relacionadas &agrave; produ&ccedil;&atilde;o de materiais de constru&ccedil;&atilde;o e da eletricidade usada nas constru&ccedil;&otilde;es. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Estima-se que o setor de constru&ccedil;&otilde;es comerciais no Canad&aacute; represente 13% das emiss&otilde;es de carbono canadense e 14% do consumo final da energia, de acordo com o relat&oacute;rio. O estudo tamb&eacute;m cita as estimativas da Ag&ecirc;ncia Internacional de Energia a partir de 2005, que revela que as constru&ccedil;&otilde;es somam de 20% a 40% do consumo mundial de energia, dependendo do clima e da economia dos pa&iacute;ses. De forma similar, o Conselho Empresarial Mundial de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel conclui que as constru&ccedil;&otilde;es representam 40% do uso mundial da energia com emiss&otilde;es de carbono associadas substancialmente maiores do que no setor de transportes. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O estudo de efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica nas constru&ccedil;&otilde;es, do Conselho Empresarial Mundial de Desenvolvimento Sustent&aacute;vel, indica que o setor de constru&ccedil;&otilde;es globais precisa reduzir o consumo de energia nas constru&ccedil;&otilde;es em 60% at&eacute; 2050 para ajudar a cumprir as metas globais de mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas. O estudo da KPMG cita diversos benef&iacute;cios para uma constru&ccedil;&atilde;o &quot;verde&quot;, incluindo cargas tribut&aacute;rias reduzidas. O estudo tamb&eacute;m indica que o mercado nacional canadense para emiss&otilde;es de carbono relacionadas &agrave; efici&ecirc;ncia na constru&ccedil;&atilde;o est&aacute; em discuss&atilde;o.</font></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana" size="2">Da Reda&ccedil;&atilde;o</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=970]]></link>
			<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			
			
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=979]]></guid>
			<title>Alcoa e Ma'aden implantarão complexo de alumínio de menor custo do mundo</title>
			<description><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <div align="center"><strong><font size="3">Alcoa anuncia parceria na Ar&aacute;bia Saudita para implantar complexo de alum&iacute;nio de menor custo do mundo</font></strong></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>
            <table style="WIDTH: 371px; HEIGHT: 252px" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" border="0">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font face="Verdana" size="1"><img height="214" alt="" src="http://www.obra24horas.com.br//FCKeditor/imagens/Image/13.01.2010.jpg" width="369" align="left" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1">A previs&atilde;o para&nbsp; inicio de produ&ccedil;&atilde;o da redu&ccedil;&atilde;o e da laminadora de alum&iacute;nio &eacute; para 2013, e&nbsp; o in&iacute;cio de produ&ccedil;&atilde;o da mina e da refinaria para 2014.</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            </p>
            <div align="justify"><em><font face="Verdana" size="2">Os investimentos giram em torno de 40,5 bilh&otilde;es de riais sauditas (US$ 10,8 bilh&otilde;es) sujeito &agrave; conclus&atilde;o de estudos detalhados de viabilidade e a avalia&ccedil;&otilde;es de impacto ambiental</font></em></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A Alcoa anunciou a forma&ccedil;&atilde;o de uma <em>joint venture</em> com a Ma&rsquo;aden, empresa de minera&ccedil;&atilde;o da Ar&aacute;bia Saudita, para implantar uma f&aacute;brica de alum&iacute;nio totalmente integrada e de primeira linha no reino da Ar&aacute;bia Saudita. A <em>joint venture</em> ser&aacute; o&nbsp; principal fornecedor de alum&iacute;nio prim&aacute;rio, alumina e produtos de alum&iacute;nio, com o&nbsp; custo mais baixo do mundo, com acesso aos mercados crescentes do Oriente M&eacute;dio e regi&atilde;o.</font></div>
            <div align="justify"><br /><font face="Verdana" size="2">Em suas fases iniciais, a <em>joint venture</em> desenvolver&aacute; um parque industrial totalmente integrado que inclui uma mina de bauxita com capacidade inicial de 4 milh&otilde;es de toneladas por ano (t/a); uma refinaria de alumina com capacidade inicial de 1,8 milh&otilde;es t/a; uma unidade de redu&ccedil;&atilde;o de alum&iacute;nio com capacidade inicial de 740 mil t/a (lingotes, placas e barras); e uma laminadora a quente com capacidade inicial de 250 mil a 460 mil t/a. A laminadora se concentrar&aacute; inicialmente na produ&ccedil;&atilde;o de folhas, extremidades e abas para a manufatura de latas de alum&iacute;nio e, potencialmente, de outros produtos para atender ao setor de constru&ccedil;&atilde;o. Ser&aacute; uma das laminadoras tecnicamente mais avan&ccedil;adas do mundo. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A refinaria, a&nbsp; redu&ccedil;&atilde;o e a laminadora ser&atilde;o estabelecidas na nova zona industrial de Ras Az Zawr, na costa leste do Reino da Ar&aacute;bia Saudita. O&nbsp; complexo utilizar&aacute; uma infraestrutura complexa, incluindo gera&ccedil;&atilde;o de energia limpa de baixo custo e instala&ccedil;&otilde;es portu&aacute;rias e ferrovi&aacute;rias desenvolvidas pelo governo daquele pa&iacute;s. O abastecimento de bauxita para a planejada refinaria de alumina ser&aacute; transportado por trem da nova mina em Al Ba&rsquo;itha, pr&oacute;ximo de Quiba, ao Norte. O projeto ser&aacute; desenvolvido e financiado em duas fases, sendo a laminadora e a redu&ccedil;&atilde;o na primeira etapa do projeto. A previs&atilde;o para&nbsp; inicio de produ&ccedil;&atilde;o da redu&ccedil;&atilde;o e da laminadora de alum&iacute;nio &eacute; para 2013, e&nbsp; o in&iacute;cio de produ&ccedil;&atilde;o da mina e da refinaria para 2014.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O investimento de capital deve ser de aproximadamente 40,5 bilh&otilde;es de riais sauditas (US$ 10,8 bilh&otilde;es) sujeito &agrave; conclus&atilde;o de estudos detalhados de viabilidade e a avalia&ccedil;&otilde;es de impacto ambiental. A <em>joint venture</em> &eacute; propriedade da Ma&rsquo;aden (60%) e da&nbsp; Alcoa (40%),&nbsp; por meio de uma parceria de investimentos na qual ela deter&aacute; 20% e seus parceiros participar&atilde;o por meio de financiamento que representa os outros 20% do interesse econ&ocirc;mico. A Alcoa e cada um dos demais como s&oacute;cios no empreendimento investir&atilde;o US$ 900 milh&otilde;es durante&nbsp; quatro anos e ser&atilde;o respons&aacute;veis pela sua participa&ccedil;&atilde;o proporcional no financiamento do projeto, al&eacute;m dos compromissos espec&iacute;ficos de conclus&atilde;o.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Ao saudar o novo empreendimento,&nbsp; Abdallah Dabbagh, presidente e&nbsp;&nbsp; CEO&nbsp; da Ma&rsquo;aden, disse: &ldquo;A parceria da Alcoa em todos os aspectos desta ind&uacute;stria integrada traz consigo um valor enorme n&atilde;o s&oacute; em termos de tecnologia, recursos e experi&ecirc;ncia, mas tamb&eacute;m em termos de compromisso comprovado com a sustentabilidade&rdquo;. Ele acrescentou: &ldquo;Uma aten&ccedil;&atilde;o &agrave; qualidade juntamente com a economia robusta do projeto assegurar&aacute; seu papel de lideran&ccedil;a na promo&ccedil;&atilde;o da Ar&aacute;bia Saudita e regi&atilde;o como um dos principais centros para os setores de produ&ccedil;&atilde;o e transforma&ccedil;&atilde;o de alum&iacute;nio&rdquo;.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O presidente e CEO da Alcoa, Klaus Kleinfeld, disse: &ldquo;Essa <em>joint venture</em> &eacute; uma oportunidade &iacute;mpar para a Alcoa, para a Ma&rsquo;aden e para o Reino da Ar&aacute;bia Saudita.&nbsp; Estamos criando um complexo industrial de alum&iacute;nio totalmente integrado que ser&aacute; o mais avan&ccedil;ado do mundo em termos de tecnologia e o mais eficiente em termos de custo. Ao mudar a din&acirc;mica operacional e a base de custo em nossa ind&uacute;stria, o parque ser&aacute; um modelo para o crescimento do alum&iacute;nio na concorr&ecirc;ncia com outros metais e foi projetado com potencial para expans&atilde;o futura. A <em>joint venture</em> alavanca os pontos fortes incompar&aacute;veis da Alcoa e da Ma&rsquo;aden para criar valor significativo para os nossos investidores, clientes e parceiros&rdquo;.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A Alcoa fornecer&aacute; <em>know-how</em>, experi&ecirc;ncia de administra&ccedil;&atilde;o e suporte durante o projeto, a constru&ccedil;&atilde;o e a opera&ccedil;&atilde;o da mina, da refinaria, da&nbsp; redu&ccedil;&atilde;o e da laminadora. A Alcoa tamb&eacute;m&nbsp; fornecer&aacute; alumina produzida em outros pa&iacute;ses para a redu&ccedil;&atilde;o, at&eacute; que a refinaria do projeto entre em opera&ccedil;&atilde;o. A Alcoa e a Ma&rsquo;aden trabalhar&atilde;o com as principais firmas internacionais e locais no projeto e na constru&ccedil;&atilde;o do complexo industrial.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O presidente da Ma&rsquo;aden, o engenheiro Abdullah Saif Al-Saif, acrescentou que o investimento do governo saudita na infraestrutura nacional demonstra ser um catalisador desse e de outros projetos. &ldquo;O impacto positivo da vis&atilde;o do governo no desenvolvimento da infraestrutura do Reino, incluindo a nova malha ferrovi&aacute;ria e o porto de &aacute;guas profundas em Ras Az Zawr, &eacute; claramente demonstrado pela realiza&ccedil;&atilde;o dessa ind&uacute;stria e de outras, como a de fosfato. A colabora&ccedil;&atilde;o na gera&ccedil;&atilde;o eficiente de energia limpa tamb&eacute;m assegura que ela seja altamente competitiva e sustent&aacute;vel&rdquo;.</font></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana" size="2">Da Reda&ccedil;&atilde;o</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=979]]></link>
			<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			
			
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=980]]></guid>
			<title>Arquitetura de São Paulo compõe a história da cidade </title>
			<description><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <div align="center"><strong><font size="3">Arquitetura de S&atilde;o Paulo comp&otilde;e a hist&oacute;ria da cidade </font></strong></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>
            <table style="WIDTH: 343px; HEIGHT: 378px" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" border="0">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font face="Verdana" size="1"><img height="340" alt="" src="http://www.obra24horas.com.br//FCKeditor/imagens/Image/12.01.2010.jpg" width="340" align="left" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td>
                        <p align="justify"><em><font face="Verdana" size="1">O Edif&iacute;cio 360&ordm; conta com o conceito de ser uma &quot;casa suspensa&quot; com vis&atilde;o de 360&ordm; do entorno</font></em></p>
                        </td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            </p>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2"><em>Prestes h&aacute; completar 456 anos, S&atilde;o Paulo v&ecirc; suas tend&ecirc;ncias e costumes relatados atrav&eacute;s de uma vis&atilde;o vertical: seus empreendimentos residenciais e comerciais</em></font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Andar pelas ruas da cidade, observando sua arquitetura, &eacute; um exerc&iacute;cio interessante. V&ecirc;em-se a&iacute; influ&ecirc;ncias de todas as nacionalidades e em cada projeto arquitet&ocirc;nico, de acordo com sua data de constru&ccedil;&atilde;o, o registro do modo de viver e as necessidades da popula&ccedil;&atilde;o naquela determinada &eacute;poca. E por tr&aacute;s da hist&oacute;ria de S&atilde;o Paulo est&aacute; o olhar atento de construtoras e incorporadoras &agrave;s demandas e desejos da popula&ccedil;&atilde;o, um papel importante na forma&ccedil;&atilde;o da capital paulista e de sua hist&oacute;ria. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">E entre as empresas que participaram da constru&ccedil;&atilde;o da &quot;cara&quot; da cidade est&aacute; a incorporadora Stan Desenvolvimento Imobili&aacute;rio. Com 65 anos de hist&oacute;ria, ela adotou S&atilde;o Paulo como seu foco de atua&ccedil;&atilde;o e participou de v&aacute;rias etapas de seu desenvolvimento, sendo respons&aacute;vel pela incorpora&ccedil;&atilde;o de mais de um milh&atilde;o e quatrocentos mil metros quadrados at&eacute; hoje. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A incorporadora iniciou suas atividades na d&eacute;cada de 40 e 50, no auge do &quot;boom&quot; imobili&aacute;rio de verticaliza&ccedil;&atilde;o da cidade, com seus primeiros empreendimentos na regi&atilde;o central, como os Edif&iacute;cios Banco Continental Higien&oacute;polis e Rio Claro. J&aacute; nos anos 60 e in&iacute;cio dos 70, os projetos migraram do Centro para a regi&atilde;o da Avenida Paulista, surgindo a&iacute; importantes marcos da arquitetura urbana, sendo o mais recente o Edif&iacute;cio Parque Cultural Paulista, localizado aos fundos da Casa das Rosas, com 20.306 m&sup2; e 20 andares, de 1990. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">No decorrer da d&eacute;cada de 70, a Stan passou a atuar tamb&eacute;m na Avenida 9 de Julho e Jardim Europa com projetos dos primeiros pr&eacute;dios comerciais da regi&atilde;o, com destaque para os Edif&iacute;cios James Park e Barros Loureiro. J&aacute; nas d&eacute;cadas de 80 e 90, a incorporadora passou a investiu tamb&eacute;m no desenvolvimento imobili&aacute;rio das regi&otilde;es afastadas do Centro, como a Avenida Faria Lima com os Edif&iacute;cios Park Center, Parque Iguatemi, New Place e na Marginal Pinheiros e Vila Ol&iacute;mpia, com o lan&ccedil;amento dos Edif&iacute;cios Pilar, Ceasar Towers Berrini, Bolsa de Im&oacute;veis e Plaza JK, este &uacute;ltimo em estilo neocl&aacute;ssico. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Em meados de 90, a Stan vislumbrou a necessidade de estilos de moradias diferenciadas, dos tradicionais apartamentos que viam sendo comercializados, cada vez mais apertados e com estruturas pr&eacute; determinadas, apostou na linha Loft, unidades com um amplo p&eacute; direito e planta customiz&aacute;vel, com op&ccedil;&otilde;es residenciais e comerciais, que se tornou um grande sucesso de vendas. Estilo de empreendimento que tem retornando no gosto da cidade e volta a ser aposta da empresa.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&quot;Procuramos entender as necessidades e anseios de cada cliente, e desenvolver produtos aonde o diferencial seja muito evidente, seja pela arquitetura, design ou localiza&ccedil;&atilde;o&quot; diz Stefan Neuding, diretor da Stan.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O mais recente empreendimento da marca &eacute; o Edif&iacute;cio 360&ordm;, que conta a assinatura do renomado arquiteto Isay Weinfeld, no Alto de Pinheiro, previsto para entrega em 2011, que conta com o conceito de ser uma &quot;casa suspensa&quot; com vis&atilde;o de 360&ordm; do entorno, projeto que ressalta a vis&atilde;o diferenciada da marca e demonstra que a incorporadora, continuar&aacute; a fazer parte da hist&oacute;ria da cidade. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><strong><font face="Verdana" size="2">Novos conceitos que deixam sua marca </font></strong></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Com a constante mudan&ccedil;a de necessidades da cidade e a demanda de habita&ccedil;&atilde;o, com necessidades cada vez mais segmentadas, S&atilde;o Paulo abriga ainda as novas construtoras, que chegam para atender nichos de mercado. Caso dos cerca de 3 milh&otilde;es de solteiros, sem considerarmos descasados e terceira idade que moram s&oacute;, que est&atilde;o em busca de um lugar para viver adequado &agrave;s suas necessidades. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Para preencher essa necessidade e etapa da hist&oacute;ria da arquitetura na cidade surgiu em 2008 a marca MaxHaus, da construtora MaxCasa, do empres&aacute;rio Jos&eacute; Paim, conhecido por revolucionar o mercado imobili&aacute;rio na d&eacute;cada de 90 com o Plano 100. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A MaxHaus inova ao criar empreendimentos com ArquiteturAberta&reg;, onde o apartamento &eacute; um espa&ccedil;o livre de 70 metros quadrados, onde o morador escolhe a disposi&ccedil;&atilde;o dos ambientes, de acordo com suas vontades e necessidades. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&quot;Nosso empreendimentos n&atilde;o possuem paredes, exceto a que isola o banheiro. Isso possibilita ao morador inventar o seu pr&oacute;prio apartamento do tamanho e do jeito que melhor satisfizer seus gostos e necessidades. Al&eacute;m disso, se o morador cansar do estilo que escolheu, pode mudar o espa&ccedil;o e a decora&ccedil;&atilde;o quando quiser&quot;, afirma Paim.</font></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana" size="2">Da Reda&ccedil;&atilde;o</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=980]]></link>
			<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			
			
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=983]]></guid>
			<title>Procuram-se engenheiros</title>
			<description><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <div align="center"><strong><font size="3">Procuram-se engenheiros</font></strong></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>
            <table cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" border="0">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font face="Verdana" size="1"><img height="340" alt="" src="http://www.obra24horas.com.br//FCKeditor/imagens/Image/18.01.2010.jpg" width="255" align="left" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td>&nbsp;</td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            </p>
            <div align="justify"><em><font face="Verdana" size="2">*Por Carlos Maur&iacute;cio de Paula Barros</font></em></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A palavra que definir&aacute; os novos investimentos do ano de 2010 ser&aacute;, provavelmente, infraestrutura. Cifras bilion&aacute;rias s&atilde;o indispens&aacute;veis para preparar o Brasil para sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Ol&iacute;mpicos de 2016, e tais investimentos v&atilde;o beneficiar empresas de engenharia e deflagrar uma onda de contrata&ccedil;&otilde;es de profissionais especializados.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">As obras priorit&aacute;rias para a realiza&ccedil;&atilde;o dos jogos no Brasil incluem melhorias nas &aacute;reas de mobilidade urbana, rede aeroportu&aacute;ria, hotelaria, sa&uacute;de, saneamento e telecomunica&ccedil;&otilde;es, entre outras. Haver&aacute; ainda a necessidade de reformar ou construir est&aacute;dios para a realiza&ccedil;&atilde;o das competi&ccedil;&otilde;es, bem como a adapta&ccedil;&atilde;o do entorno dessas edifica&ccedil;&otilde;es. Os recursos que viabilizar&atilde;o as obras est&atilde;o previstos no Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC) criado para a Copa pelo governo federal, e dever&atilde;o bater a casa dos R$ 21,8 bilh&otilde;es.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Com o pa&iacute;s transformado em um grande canteiro de obras, o setor poder&aacute; enfrentar o percal&ccedil;o da falta de m&atilde;o de obra, principalmente a especializada. Os engenheiros ser&atilde;o necess&aacute;rios em todo o processo produtivo, do projeto &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o, mas a profiss&atilde;o j&aacute; est&aacute; desfalcada antes mesmo desse aumento da demanda.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A Federa&ccedil;&atilde;o Nacional de Engenheiros (FNE) calcula que quase 30% dos alunos de engenharia abandonam o curso antes da formatura. Os motivos s&atilde;o variados: desde a defasagem de alguns curr&iacute;culos universit&aacute;rios em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; demanda do mercado at&eacute; a dedica&ccedil;&atilde;o exigida ao estudante. Nas &uacute;ltimas d&eacute;cadas, a forte raz&atilde;o para tantos jovens desencorajados foi o desaparecimento das perspectivas profissionais, pela falta de investimentos.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">No in&iacute;cio dos anos 80, as grandes obras que at&eacute; ent&atilde;o pipocavam em todo o Brasil foram canceladas em fun&ccedil;&atilde;o da fal&ecirc;ncia do Estado e da crise internacional de cr&eacute;dito. Um retrato da &eacute;poca foi a lanchonete &quot;O Engenheiro que Virou Suco&quot;, aberta na capital paulista por um engenheiro que decidiu aposentar o diploma, ap&oacute;s muitas tentativas frustradas de encontrar emprego na profiss&atilde;o. Ser engenheiro n&atilde;o era mais sin&ocirc;nimo de sucesso profissional e a &aacute;rea deixou de despertar o interesse dos jovens.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Apenas recentemente, a partir do crescimento dos investimentos na ind&uacute;stria do petr&oacute;leo, e agora, com as descobertas de grandes fontes de petr&oacute;leo no Brasil, como a camada pr&eacute;-sal, a engenharia voltou a atrair os estudantes. Com os investimentos da Petrobras e a necessidade de deixar o pa&iacute;s pronto para receber os dois maiores eventos esportivo do mundo, &eacute; poss&iacute;vel que tenhamos uma nova era de ouro da engenharia.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Foi a engenharia nacional que permitiu as grandes descobertas de petr&oacute;leo no mar, levando o pa&iacute;s &agrave; auto-sufici&ecirc;ncia. O controle de todas as fases do processo produtivo, passando pelo projeto b&aacute;sico e detalhado - fabrica&ccedil;&atilde;o de materiais e equipamentos, constru&ccedil;&atilde;o civil, montagem e manuten&ccedil;&atilde;o - deu autonomia ao setor.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Sempre que houve investimentos conduzidos com seriedade, as empresas de engenharia nacional deram as respostas adequadas. Com forma&ccedil;&atilde;o de pessoal especializado sintonizada com as exig&ecirc;ncias do mercado acreditamos que os profissionais e, consequentemente, as empresas que os empregam, ter&atilde;o condi&ccedil;&otilde;es de desempenhar o seu papel, contribuindo para o crescimento econ&ocirc;mico nacional. </font></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <font face="Verdana">
            <div align="right"><em><font size="2">* <strong>Carlos Maur&iacute;cio Lima de Paula Barros </strong>&eacute; engenheiro e presidente da ABEMI - Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Engenharia Industrial</font>&nbsp;</em></div>
            </font></td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=983]]></link>
			<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			
			
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=986]]></guid>
			<title>Paisagismo em espaços públicos: benefícios para cidades e para população</title>
			<description><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <div align="center"><strong><font size="3">Paisagismo em espa&ccedil;os p&uacute;blicos: benef&iacute;cios para cidades e para popula&ccedil;&atilde;o</font></strong></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>
            <table cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" border="0">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font face="Verdana" size="1"><img height="270" alt="" src="http://www.obra24horas.com.br//FCKeditor/imagens/Image/22.01.2010_1.jpg" width="340" align="left" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td>
                        <p align="justify"><font face="Verdana" size="1"><em>Pra&ccedil;a Victor Civita, em S&atilde;o Paulo</em></font></p>
                        </td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            </p>
            <div align="justify"><em><font face="Verdana" size="2">Contato com a natureza aumenta o bem-estar e proporciona maior qualidade de vida &agrave; pessoas</font></em></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Com experi&ecirc;ncia no desenvolvimento de projetos paisag&iacute;sticos nas mais variadas escalas, o arquiteto paisagista Benedito Abbud aponta a grande tend&ecirc;ncia do mercado: os trabalhos que visam beneficiar as cidades e a popula&ccedil;&atilde;o que usufrui de &aacute;reas p&uacute;blicas. A partir dos conceitos adotados em seus projetos, o profissional vem, no decorrer dos anos, alcan&ccedil;ando cada vez mais espa&ccedil;o e se consolidando nessa escala urbana. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Na escala da cidade, um dos projetos de destaque de Abbud &eacute; a constru&ccedil;&atilde;o de uma nova Parauapebas &ndash; munic&iacute;pio do interior do Par&aacute; com m&iacute;nima infraestrutura e com o maior &iacute;ndice de prostitui&ccedil;&atilde;o infantil do pa&iacute;s, onde vive um grande n&uacute;mero de jovens rapazes que trabalham em uma mineradora da regi&atilde;o. A proposta desse trabalho foi criar acupunturas paisag&iacute;sticas, ou seja, equipamentos sociais, culturais e de lazer, como campos de futebol, cinema ao ar livre, playgrounds, piscinas e pra&ccedil;as de encontro. Com isso, procurou-se melhorar suas condi&ccedil;&otilde;es sociais, na tentativa de diminuir a ocorr&ecirc;ncia de casos de prostitui&ccedil;&atilde;o.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Outro importante projeto &eacute; do primeiro bairro com certifica&ccedil;&atilde;o green building: Pedra Branca, em Palho&ccedil;a (Santa Catarina), que recentemente foi escolhido pela Funda&ccedil;&atilde;o Bill Clinton como um modelo dos projetos mais sustent&aacute;veis do mundo (o &uacute;nico da Am&eacute;rica Latina). O objetivo foi construir uma nova cidade multifuncional e sustent&aacute;vel, com infraestrutura completa destinada a usos residencial, comercial, industrial e comunit&aacute;rio. Foram criadas pra&ccedil;as de estar, diversas op&ccedil;&otilde;es de lazer ao ar livre, espelhos d&rsquo;&aacute;gua e cal&ccedil;adas arborizadas. Utilizamos uma s&eacute;rie de esp&eacute;cies nativas da Mata Atl&acirc;ntica e adotamos r&eacute;plicas de inscri&ccedil;&otilde;es rupestres nos pisos, que remetem &agrave; cultura local e &agrave; hist&oacute;ria dos primeiros habitantes da regi&atilde;o.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Entre os trabalhos paisag&iacute;sticos para parques est&aacute; o respeit&aacute;vel projeto do Parque Jefferson P&eacute;res, em Manaus, criado de forma a resgatar o orgulho do manaura ao utilizar elementos que remetessem &agrave; &eacute;poca &aacute;urea da borracha na Amaz&ocirc;nia. Foi adotado um p&oacute;rtico de ferro fundido trabalhado a partir de releituras daquele per&iacute;odo, com espelho d&rsquo;&aacute;gua e refer&ecirc;ncias &agrave; cultura e natureza do local. Utilizaram-se tamb&eacute;m plantas nativas, como o guaran&aacute;, a seringueira e o a&ccedil;a&iacute;; al&eacute;m do piso com desenho diferenciado representando o encontro das &aacute;guas do Rio Negro e Solim&otilde;es.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">No &acirc;mbito das pra&ccedil;as, um grande projeto &eacute; o da Pra&ccedil;a Victor Civita, em S&atilde;o Paulo, tamb&eacute;m conhecida como Pra&ccedil;a da Sustentabilidade, para o qual Abbud projetou a vegeta&ccedil;&atilde;o. O desafio era fazer o plantio de variadas esp&eacute;cies em um terreno contaminado por um antigo incinerador de lixo. Nesse trabalho, em que a vegeta&ccedil;&atilde;o questiona sobre a sustentabilidade, foram criados o jardim do etanol e biodiesel, com op&ccedil;&otilde;es de combust&iacute;vel verde com plantas que n&atilde;o requerem solos f&eacute;rteis; o jardim das plantas transg&ecirc;nicas; o jardim das fitoter&aacute;picas; as leguminosas como aduba&ccedil;&atilde;o; a hidroponia vertical para pequenos espa&ccedil;os e as trepadeiras que prop&otilde;em uma cidade mais verde, melhorando o clima e a umidade relativa e minimizando a polui&ccedil;&atilde;o do ar. Al&eacute;m disso, foi utilizado o Tec Garden, uma nova tecnologia de irriga&ccedil;&atilde;o por capilaridade que reusa &aacute;gua da chuva e dispensa energia el&eacute;trica. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Ainda nessa escala est&aacute; uma pra&ccedil;a da avenida Paulista, em um terreno da antiga casa dos Matarazzo. O desafio desse projeto foi dar uso ao local para os executivos e a popula&ccedil;&atilde;o que frequentam essa regi&atilde;o, sem perder a caracter&iacute;stica de espa&ccedil;o perme&aacute;vel que drena toda a &aacute;gua da chuva.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&ldquo;Com esses projetos, buscamos mostrar que o paisagismo n&atilde;o &eacute; um simples jardim e sim um espa&ccedil;o externo que, em harmonia com a arquitetura, procura proporcionar lazer, conv&iacute;vio social, esporte, cultura, contempla&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o ambiental, trazendo dignidade e qualidade de vida a todos - o que &eacute; fundamental em meio ao estresse e &agrave; conturbada vida moderna&rdquo;, conclui Abbud.</font></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana" size="2">Da Reda&ccedil;&atilde;o</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=986]]></link>
			<pubDate>Mon, 22 Feb 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			
			
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=981]]></guid>
			<title>Construção estima crescimento de 8,8% em 2010</title>
			<description><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <div align="center"><strong><font size="3">Constru&ccedil;&atilde;o estima crescimento de 8,8% em 2010</font></strong></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>
            <table style="WIDTH: 343px; HEIGHT: 235px" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" border="0">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font face="Verdana" size="1"><img height="213" alt="" src="http://www.obra24horas.com.br//FCKeditor/imagens/Image/14.12.2009(1).jpg" width="340" align="left" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td>
                        <div align="justify"><em><font face="Verdana" size="1">Setor demonstra otimismo com rela&ccedil;&atilde;o ao desempenho das empresas</font></em></div>
                        </td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            </p>
            <div align="justify"><em><font face="Verdana" size="2">Segundo presidente do SindusCon-Sp, S&eacute;rgio Watanabe, o crescimento da constru&ccedil;&atilde;o em 2010 ser&aacute; comandado pela amplia&ccedil;&atilde;o dos investimentos p&uacute;blicos e privados </font></em></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O PIB (Produto Interno Bruto da constru&ccedil;&atilde;o civil brasileira dever&aacute; crescer cerca de 1% em 2009 e 8,8% em 2010. As previs&otilde;es foram anunciadas pelo presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, em entrevista coletiva &agrave; imprensa, em 2 de dezembro, com a participa&ccedil;&atilde;o do diretor de Economia do sindicato, Eduardo Zaidan, e da consultora da FGV (Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas), Ana Maria Castelo.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">V&aacute;rios indicadores sustentam estes progn&oacute;sticos. O mais expressivo &eacute; o do n&iacute;vel de emprego da constru&ccedil;&atilde;o brasileira, que cresceu 7,3% no per&iacute;odo janeiro-setembro de 2009, comparado ao mesmo per&iacute;odo de 2008. Ao final de setembro, havia 2,297 milh&otilde;es de trabalhadores com carteira assinada na constru&ccedil;&atilde;o civil, 212 mil dos quais contratados nos primeiros nove meses do ano.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&quot;O crescimento da constru&ccedil;&atilde;o em 2010 ser&aacute; comandado pela amplia&ccedil;&atilde;o dos investimentos p&uacute;blicos e privados&quot;, afirmou o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe. Segundo ele, espera-se um taxa de investimento em torno de 20% do PIB: as invers&otilde;es crescer&atilde;o de R$ 476 bilh&otilde;es para R$ 625 bilh&otilde;es. &quot;Os setores que receber&atilde;o mais recursos ser&atilde;o o imobili&aacute;rio residencial e o energ&eacute;tico; os investimentos imobili&aacute;rios dever&atilde;o passar de R$ 170 bilh&otilde;es em 2009 para R$ 202 bilh&otilde;es em 2010&quot;, disse.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O impacto desta expans&atilde;o dever&aacute; se refletir em novo aumento no n&iacute;vel de emprego na constru&ccedil;&atilde;o civil. &quot;A expectativa &eacute; de que os postos de trabalho com carteira assinada no setor cres&ccedil;am 8% em 2010. Isto significa que deveremos chegar a cerca de 2,4 milh&otilde;es de empregos formais no ano que vem.&quot;</font></div>
            <div align="justify"><br /><font face="Verdana" size="2">Otimismo - As expectativas dos empres&aacute;rios da constru&ccedil;&atilde;o civil com rela&ccedil;&atilde;o ao desempenho de suas empresas &eacute; otimista, de acordo com os resultados da 41&ordf; Sondagem Nacional da Constru&ccedil;&atilde;o, realizada pelo SindusCon-SP e pela FGV em novembro.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Segundo o diretor de Economia, Eduardo Zaidan, a sondagem mostrou que passou o susto provocado pela crise financeira internacional. Os empres&aacute;rios mostraram-se satisfeitos com o desempenho atual das construtoras e revelaram uma expectativa futura ainda melhor. A infla&ccedil;&atilde;o n&atilde;o foi identificada como um problema premente, mas a preocupa&ccedil;&atilde;o com os custos setoriais voltou a crescer.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Os empres&aacute;rios acreditam que o cr&eacute;dito imobili&aacute;rio crescer&aacute;, bem como a capta&ccedil;&atilde;o das empresas no mercado de capitais. Avaliaram que o n&uacute;mero de lan&ccedil;amentos imobili&aacute;rios aumentar&aacute;, com destaque para empreendimentos voltados para as fam&iacute;lias de m&eacute;dia e de baixa renda, tamb&eacute;m impulsionados pelo programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. E disseram esperar aumento dos investimentos em infraestrutura em 2010, um ano eleitoral.</font></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana" size="2">Da Reda&ccedil;&atilde;o</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=981]]></link>
			<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			
			
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=971]]></guid>
			<title>COHABs de São Paulo carecem de maior interação com a cidade</title>
			<description><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <div align="center"><strong><font size="3">COHABs de S&atilde;o Paulo carecem de maior intera&ccedil;&atilde;o com a cidade</font></strong></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>
            <table cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" border="0">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font face="Verdana" size="1"><img height="230" alt="" src="http://www.obra24horas.com.br//FCKeditor/imagens/Image/02.12.2009_1.jpg" width="349" align="left" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font face="Verdana" size="1">Conjuntos habitacionais n&atilde;o interagem com a cidade</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            </p>
            <div align="justify"><em><font face="Verdana" size="2">A conclus&atilde;o &eacute; de&nbsp;uma pesquisa da faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP</font></em></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, uma pesquisa analisou o modelo de produ&ccedil;&atilde;o dos grandes conjuntos habitacionais na cidade de S&atilde;o Paulo, constru&iacute;dos pela da Companhia Metropolitana de Habita&ccedil;&atilde;o (COHAB-SP). Al&eacute;m desta an&aacute;lise, o arquiteto Estevam Vanale Otero tamb&eacute;m avaliou as iniciativas da companhia para reverter a situa&ccedil;&atilde;o de exclus&atilde;o e segrega&ccedil;&atilde;o socioecon&ocirc;mica da popula&ccedil;&atilde;o desses locais. &ldquo;A primeira iniciativa da companhia articulada com este objetivo foi o Programa Viver Melhor, implementado em 2001&rdquo;, conta o arquiteto, que defendeu uma disserta&ccedil;&atilde;o de mestrado sobre o tema.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Segundo Otero, um dos principais objetivos do Viver Melhor foi melhorar a qualidade de vida daquelas popula&ccedil;&otilde;es, facilitando o acesso a op&ccedil;&otilde;es de lazer e servi&ccedil;os p&uacute;blicos. &ldquo;Mas, no aspecto econ&ocirc;mico, a falta de emprego e de postos de consumo ainda permanecem, bem como as prec&aacute;rias condi&ccedil;&otilde;es de acessibilidade e mobilidade&rdquo;, afirma o arquiteto.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Otero conta que as COHABs foram constru&iacute;das ap&oacute;s a cria&ccedil;&atilde;o do Banco Nacional da Habita&ccedil;&atilde;o (BNH), em 1964. Nas d&eacute;cadas de 1940 e 1950 a produ&ccedil;&atilde;o era dispersa e conduzida pelos Institutos de Aposentadorias e Pens&otilde;es (IAPs) e pelo Departamento de Habita&ccedil;&atilde;o Popular do Distrito Federal (DHP-DF), no Rio de Janeiro. &ldquo;Foram reproduzidos modelos constru&iacute;dos na Europa, que no in&iacute;cio do s&eacute;culo 20 passaram a abrigar a classe trabalhadora.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">No Brasil, os primeiros conjuntos foram constru&iacute;dos nas principais capitais, como S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. &ldquo;Uma das principais caracter&iacute;sticas da &eacute;poca &eacute; que os conjuntos eram constru&iacute;dos com conceitos de que os espa&ccedil;os deveriam contar com diversos servi&ccedil;os, como creches, lavanderias coletivas, clubes e etc.&rdquo;, ressalta o arquiteto.&nbsp; &ldquo;Igualmente destinados &agrave;s classes trabalhadoras, os complexos da &eacute;poca tinham uma intera&ccedil;&atilde;o com as cidades&rdquo;, aponta, lembrando que o modelo de produ&ccedil;&atilde;o dos grandes conjuntos, no Brasil, se encerra em fins dos anos 1980 e meados dos 1990, com a conclus&atilde;o das &uacute;ltimas unidades produzidas com recursos do BNH, que havia sido extinto no meio dos anos 1980.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A partir da d&eacute;cada de 1970, os conjuntos habitacionais erguidos sob financiamentos do BNH j&aacute; n&atilde;o tinham as mesmas preocupa&ccedil;&otilde;es de intera&ccedil;&atilde;o com a cidade. Esta foi uma das principais caracter&iacute;sticas identificadas no estudo de Otero. Ele cita o caso da COHAB Cidade Tiradentes, localizada na zona Leste da cidade. &ldquo;Trata-se de um complexo que re&uacute;ne diversos conjuntos habitacionais. Pela sua localiza&ccedil;&atilde;o distante, n&atilde;o h&aacute; uma intera&ccedil;&atilde;o com a cidade. Al&eacute;m do mais, o bairro congrega uma s&eacute;rie de precariedades, ampliadas e agravadas pela pr&oacute;pria escala do complexo&rdquo;, ressalta Otero.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A Cidade Tiradentes, que abriga cerca 40 mil unidades habitacionais, foi concebida, como outras COHABs de S&atilde;o Paulo, com equipamentos reduzidos ou mal implantados. A concep&ccedil;&atilde;o do complexo era de uma imensa &ldquo;cidade-dormit&oacute;rio&rdquo;. &ldquo;N&atilde;o havia, inicialmente, espa&ccedil;os de lazer. Al&eacute;m disso, os conjuntos apresentam caracter&iacute;sticas de homogeneidade, tanto nas pr&oacute;prias constru&ccedil;&otilde;es, como na popula&ccedil;&atilde;o, a maioria de baixa renda.</font></div>
            <div align="justify"><strong><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></strong></div>
            <div align="justify"><strong><font face="Verdana" size="2">Viver Melhor</font></strong></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Com a ado&ccedil;&atilde;o do programa Viver Melhor, a COHAB objetivou enfrentar o quadro de exclus&atilde;o e segrega&ccedil;&atilde;o socioespacial, utilizando &aacute;reas vazias e edifica&ccedil;&otilde;es subutilizadas de sua propriedade. Foram implantados servi&ccedil;os de lazer e de utilidade p&uacute;blica. Otero conta que na Cidade Tirandentes, alguns centros comerciais abandonados foram usados para implanta&ccedil;&atilde;o de telecentros e Centros Educacionais Unificados (CEUs), da administra&ccedil;&atilde;o municipal. O complexo habitacional possui hoje um hospital e foram tamb&eacute;m constru&iacute;das algumas &aacute;reas de lazer. &ldquo;Alguns desses locais que abrigam hoje estes servi&ccedil;os eram pontos de extrema viol&ecirc;ncia&rdquo;, conta o pesquisador.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Mesmo considerando a iniciativa positiva, Otero destaca que a quest&atilde;o econ&ocirc;mica n&atilde;o foi devidamente contemplada por projetos como este. &ldquo;O emprego continua distante destas pessoas, bem como os locais de consumo&rdquo;, destaca. Segundo ele, &eacute; comum nestes conjuntos habitacionais se ver &aacute;reas comuns dos pr&eacute;dios sendo ocupadas e convertidas em pontos de com&eacute;rcio e servi&ccedil;os nos muros dos condom&iacute;nios. &ldquo;A maioria destes com&eacute;rcios, no entanto, se mant&eacute;m na clandestinidade&rdquo;, lembra o arquiteto.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Iniciado em 2006, o estudo de Otero identificou como principais problemas nestes conjuntos habitacionais a quest&atilde;o do projeto padr&atilde;o, que acabam por refor&ccedil;ar a homogeneidade urbana da &aacute;rea. Outros problemas s&atilde;o as imensas dist&acirc;ncias, a falta de postos de trabalho e de consumo, as constru&ccedil;&otilde;es prec&aacute;rias e a falta de equipamentos de lazer, entre outros. &ldquo;Esses e outros aspectos acabam por refor&ccedil;ar a discrimina&ccedil;&atilde;o em rela&ccedil;&atilde;o aos moradores. Os conjuntos acabam se transformando em guetos&rdquo;, diz Otero. O estudo <em>As possibilidades e os limites da reabilita&ccedil;&atilde;o de conjuntos habitacionais em S&atilde;o Paulo</em>, foi orientado pela professora Maria Lucia Refinetti Rodrigues Martins, da FAU.</font><a title="blocked::http://dedalus.usp.br:4500/ALEPH/POR/USP/USP/TES/SCAN-F/0423977" href="http://dedalus.usp.br:4500/ALEPH/POR/USP/USP/TES/SCAN-F/0423977"><span><font face="Verdana" size="2"> </font></span></a></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana" size="2">Da Reda&ccedil;&atilde;o</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=971]]></link>
			<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			
			
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=972]]></guid>
			<title>Natural e discreto como a superfície da água</title>
			<description><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <div align="center"><strong><font size="3">Natural e discreto como a superf&iacute;cie da &aacute;gua</font></strong></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>
            <table cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" border="0">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font face="Verdana" size="1"><img height="226" alt="" src="http://www.obra24horas.com.br//FCKeditor/imagens/Image/02.12.2009_2(1).jpg" width="340" align="left" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font face="Verdana" size="1">Leveza e sofistica&ccedil;&atilde;o</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            </p>
            <div align="justify"><font face="Verdana"><font size="2"><em>O fundo claro </em><em>e os filetes prateados do revestimento em PVC Aqua proporcionam</em></font></font></div>
            <div align="justify"><em><font face="Verdana" size="2">leveza e sofistica&ccedil;&atilde;o aos ambientes</font></em></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A linha de revestimentos 100% PVC, certificados pela Sutentax,para pisos e paredes da Interfloor, ganha um novo padr&atilde;o, o Aqua.O novo revestimento da marca possui fundo claro e filetes prateados, que d&atilde;o leveza e sofistica&ccedil;&atilde;o aos ambientes, conferindo um brilho discreto como o da superf&iacute;cie da &aacute;gua. Do ponto de vista est&eacute;tico, a beleza e a variedade dos padr&otilde;es oferecidos pela Interfloor, empresa de origem italiana que est&aacute; h&aacute; mais de cinco anos no pa&iacute;s, se adaptam a qualquer projeto de arquitetura de interiores, dos mais sofisticados aos mais <em>cleans.</em> </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O produto, fabricado por meio de processo de alta tecnologia que inclui extrus&atilde;o e lamina&ccedil;&atilde;o, &eacute; composto de quatro camadas, uma delas de <em>PU Coating</em> (poliuretano) na superf&iacute;cie, que d&aacute; resist&ecirc;ncia &agrave; abras&atilde;o superficial (desgaste); tamb&eacute;m conta com o <em>printing film</em> (onde est&aacute; impresso o padr&atilde;o, seja de madeira, ou outro material); com o <em>soft layer</em> (que proporciona isolamento ac&uacute;stico) e com o <em>hard layer</em> (camada inferior que propicia resist&ecirc;ncia mec&acirc;nica ao produto).</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Todo esse processo confere aos revestimentos da Interfloor caracter&iacute;sticas importantes, tais como a impermeabilidade; alta durabilidade e aus&ecirc;ncia de dilata&ccedil;&otilde;es em fun&ccedil;&atilde;o de calor ou frio (estabilidade dimensional); resist&ecirc;ncia ao tr&aacute;fego; propriedades de absor&ccedil;&atilde;o ac&uacute;stica, deixando o ambiente livre do famoso &ldquo;toc toc&rdquo; dos sapatos; custo de manuten&ccedil;&atilde;o reduzido, j&aacute; que sua limpeza &eacute; simples (pano &uacute;mido com sab&atilde;o neutro ou m&aacute;quina de alta press&atilde;o de &aacute;gua). Al&eacute;m disso, s&atilde;o antiderrapantes e, como n&atilde;o s&atilde;o porosos, os revestimentos da Interfloor n&atilde;o acumulam poeira, &aacute;caros e bact&eacute;rias, tornando-se, por esta raz&atilde;o, hipoalerg&ecirc;nicos.&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Outra qualidade do revestimento Interfloor &eacute; a seguran&ccedil;a ao fogo - &aacute;rea com normas cada vez mais r&iacute;gidas. E tamb&eacute;m nesse quesito, este revestimento leva vantagem, pois o PVC, por conter cloro em sua composi&ccedil;&atilde;o, que &eacute; um retardador natural de chamas, n&atilde;o propaga fogo e n&atilde;o exala fuma&ccedil;a t&oacute;xica at&eacute; alcan&ccedil;ar 800&ordm;C.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Mas de nada adiantariam tantas qualidades se o revestimento n&atilde;o fosse vers&aacute;til e de f&aacute;cil instala&ccedil;&atilde;o. As r&eacute;guas podem ser coladas com nata de PVA e s&atilde;o leves (1,4 g/cm3), oferecidas na medida de 15,24 x 91,44 cm, com 3 mm de espessura. Pode ser colocado sobre qualquer superf&iacute;cie j&aacute; existente como tacos, t&aacute;buas de madeira, pisos elevados, cer&acirc;mica, etc, desde que se proceda a regulariza&ccedil;&atilde;o destes substratos para elimina&ccedil;&atilde;o de juntas e desn&iacute;veis. Sua espessura, de 3 mm tamb&eacute;m dispensa corte e ajuste em portas.&nbsp;</font></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana" size="2">Da Reda&ccedil;&atilde;o</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=972]]></link>
			<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			
			
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=977]]></guid>
			<title>Paesani, Ohtake e Bonduki são homenageados no Prêmio Arquiteto do Ano</title>
			<description><![CDATA[<table cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><font size="3"><strong>Paesani, Ohtake e Bonduki s&atilde;o homenageados no </strong></font><font size="3"><strong>Pr&ecirc;mio Arquiteto do Ano</strong></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>
            <table cellspacing="0" cellpadding="0" align="left" border="0">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font face="Verdana" size="1"><img height="226" alt="" src="http://www.obra24horas.com.br//FCKeditor/imagens/Image/17.11.2009_2.jpg" width="340" align="left" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font face="Verdana" size="1">Arquiteto Ruy Ohtake recebe homenagem</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            </p>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2"><em>Ab&iacute;lio Guerra e Luiz Carlos Busato recebem pr&ecirc;mios especiais</em></font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2"></font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A Federa&ccedil;&atilde;o Nacional de Arquitetos (FNA) promoveu no dia <u>12 de novembro</u> a cerim&ocirc;nia de entrega do &ldquo;Pr&ecirc;mio Arquiteto do Ano 2009&rdquo;. A solenidade no Audit&oacute;rio do Museu de Arte Contempor&acirc;nea da Universidade de S&atilde;o Paulo &ndash; MAC integrou a programa&ccedil;&atilde;o do 33&ordm; ENSA &ndash; Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas do Brasil, que este ano aconteceu em S&atilde;o Paulo, de 11 a 14 de novembro.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">A cerim&ocirc;nia contou com a participa&ccedil;&atilde;o de representantes de entidades representativas de arquitetos e urbanistas e de autoridades. A mesa foi composta por &Acirc;ngelo Arruda, presidente da FNA; arquiteto Daniel Amor, presidente do Sindicato dos Arquitetos no Estado de S&atilde;o Paulo (SASP); arquiteto Miguel Pereira, do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB); arquiteto Jo&atilde;o Carlos Correia, da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Ensino de Arquitetura e Urbanismo (ABEA); Francisco Antonio Feij&oacute;, presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional das Profiss&otilde;es Liberais (CNPL); arquiteto e deputado federal Zez&eacute;u Ribeiro (PT/BA); vereador &Iacute;talo Cardoso (PT/SP); Marcelo de Souza C&acirc;ndido, Prefeito de Suzano; e o deputado estadual Marcos Martins (PT/SP).</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O presidente da FNA destacou na abertura da cerim&ocirc;nia, os 30 anos da Federa&ccedil;&atilde;o e os avan&ccedil;os da arquitetura brasileira. &rdquo;Hoje, somos 87 mil arquitetos o que torna o Brasil o 3&ordm; pa&iacute;s do mundo em n&uacute;meros de profissionais de arquitetura&rdquo;, afirmou &Acirc;ngelo Arruda. Tamb&eacute;m destacou o fato in&eacute;dito de o ENSA ter acontecido durante a 8&ordf; Bienal Internacional de Arquitetura numa refer&ecirc;ncia &agrave; uni&atilde;o das entidades de S&atilde;o Paulo.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Em sua 4&ordf; edi&ccedil;&atilde;o, a premia&ccedil;&atilde;o foi conferida aos arquitetos Alfredo Paesani, Homenagem Especial; Ruy Ohtake, categoria Privado e Nabil Bonduki, categoria P&uacute;blico. A FNA tamb&eacute;m concedeu dois pr&ecirc;mios especiais: ao arquiteto Ab&iacute;lio Guerra, editor do Portal Vitruvius; e ao arquiteto Luiz Carlos Busato, deputado federal pelo PTB/RS e relator do Projeto de Lei pela cria&ccedil;&atilde;o do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU).&nbsp;&nbsp;&nbsp; </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Devido a problemas de sa&uacute;de, Paesani n&atilde;o pode comparecer &agrave; cerim&ocirc;nia para receber o pr&ecirc;mio que conquistou em reconhecimento&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &agrave; sua trajet&oacute;ria profissional e pol&iacute;tico sindical em prol dos arquitetos brasileiros. Ex-professor da Universidade Mackenzie, onde se formou em 1954, Paesani foi vice-presidente do Instituo de Arquitetos do Brasil de S&atilde;o Paulo (IAB-SP) e um dos fundadores e primeiro presidente do Sindicato dos Arquitetos do Estado de S&atilde;o Paulo (SASP) e da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Arquitetos (FNA). </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Homenageado por sua produ&ccedil;&atilde;o arquitet&ocirc;nica nacional e internacional, al&eacute;m do trabalho em prol da popula&ccedil;&atilde;o, a partir do projeto Heli&oacute;polis, o arquiteto Ruy Ohtake ficou comovido com o pr&ecirc;mio. &ldquo;Estou honrado com essa homenagem que reflete o trabalho que venho desenvolvendo. Para mim, a est&eacute;tica &eacute; importante e tem que estar presente qualquer que seja o custo da obra. Procuro provocar alguma emo&ccedil;&atilde;o, surpresa com meus projetos, seja em Heli&oacute;polis, no Hotel Unique ou no projeto de recupera&ccedil;&atilde;o do Rio Tiet&ecirc;. &Eacute; onde eu quero atuar com firmeza com projetos que causem surpresa e promovam a cidadania&rdquo;, destacou Ohtake.</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Com uma vasta experi&ecirc;ncia em projetos p&uacute;blicos voltados para a moradia popular, o arquiteto Nabil Bonduki tamb&eacute;m se sentiu honrado em receber o pr&ecirc;mio. &rdquo;O sindicato &eacute; a minha casa. &Eacute; onde comecei a trabalhar, ainda como estudante, em cooperativas na periferia de S&atilde;o Paulo&rdquo;. Para Nabil, o futuro da arquitetura est&aacute; em construir para a maioria e, neste sentido, os arquitetos precisam mudar. &ldquo;Precisamos nos concentrar nessa nova fase de investimentos para habita&ccedil;&atilde;o social para que o desafio da quantidade seja o desafio da qualidade&rdquo;, afirmou ao defender o direito da popula&ccedil;&atilde;o a uma moradia de qualidade. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O Pr&ecirc;mio Arquiteto do Ano &eacute; c<span>onferido anualmente aos profissionais de arquitetura e urbanismo que se destacaram em atividades vinculadas &agrave; arquitetura e ao urbanismo nos setores p&uacute;blico e privado. As indica&ccedil;&otilde;es s&atilde;o feitas pelos Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas, por entidades brasileiras que tenham como s&oacute;cios tamb&eacute;m arquitetos e urbanistas e por organiza&ccedil;&otilde;es de estudantes de arquitetura e urbanismo. O j&uacute;ri &eacute; constitu&iacute;do pelo atual presidente da Federa&ccedil;&atilde;o Nacional de Arquitetos, arquiteto &Acirc;ngelo Arruda, pelos ex-presidentes e integrantes da diretoria da Federa&ccedil;&atilde;o.</span></font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana"><font size="2">Os premiados receberam um trof&eacute;u criado pelo escultor &iacute;talo-brasileiro M&aacute;rio Palermo especialmente para a edi&ccedil;&atilde;o 2009, <span>simbolizando a premia&ccedil;&atilde;o, e um diploma.</span></font></font></div>
            <div align="justify"><strong><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></strong></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2"><strong>Homenagens</strong></font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">Na ocasi&atilde;o tamb&eacute;m foi feita uma homenagem a tr&ecirc;s entidades de profissionais de arquitetura do Estado de S&atilde;o Paulo pelo trabalho desenvolvido em prol da valoriza&ccedil;&atilde;o e uni&atilde;o da categoria: Sindicato dos Arquitetos no Estado de S&atilde;o Paulo, Instituto de Arquitetos do Brasil &ndash; Departamento de S&atilde;o Paulo e Federa&ccedil;&atilde;o das Associa&ccedil;&otilde;es de Engenharia e Arquitetura do Estado de S&atilde;o Paulo, atrav&eacute;s dos presidentes das entidades, respectivamente, arquiteto Daniel Amor, arquiteta Rosana Ferrari e o engenheiro H&eacute;lio Secco. O arquiteto Joaquim Guedes (in memoriam), ex-presidente do IAB-SP, tamb&eacute;m recebeu uma homenagem pelo trabalho que realizou na entidade. </font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">&nbsp;</font></div>
            <div align="justify"><font face="Verdana" size="2">O apoio que o SASP recebeu para a implanta&ccedil;&atilde;o no Estado de S&atilde;o Paulo da Lei de Assist&ecirc;ncia T&eacute;cnica tamb&eacute;m foi reconhecido durante a cerim&ocirc;nia do dia 12. A lei garante a orienta&ccedil;&atilde;o gratuita de arquitetos e engenheiros em projetos de habita&ccedil;&atilde;o social para a popula&ccedil;&atilde;o de baixa renda a partir de recursos da Uni&atilde;o. As autoridades homenageadas foram os deputados estaduais Marcos Martins; Fausto Figueira e Jo&atilde;o Caramez; vereador &Iacute;talo Cardoso (S&atilde;o Paulo); vereador Andr&eacute; Luiz da Silva (Ribeir&atilde;o Preto);&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; vereadora Cassandra Maroni Nunes (Santos); vereador Marco Antonio Alves Jorge &ndash; Kim (Americana); Prefeito Marcelo de Souza C&acirc;ndido (Suzano); Secret&aacute;rio de Pol&iacute;tica Urbana Miguel Reis Afonso (Suzano); Prefeito Em&iacute;dio de Souza (Osasco); Secret&aacute;rio de Habita&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Urbano S&eacute;rgio Gon&ccedil;alves (Osasco); &nbsp;&nbsp;Prefeito Mauro Orlandini (Bertioga); Secret&aacute;rio de Planejamento Gustavo Ramos Melo (Bertioga); Prefeito T&eacute;rcio Garcia (S&atilde;o Vicente) e o Secretario de Habita&ccedil;&atilde;o Alfredo Martins (S&atilde;o Vicente).</font></div>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana" size="2">Da Reda&ccedil;&atilde;o</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br//materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=977]]></link>
			<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 00:00:00 GMT</pubDate>
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