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			<title>Obra24horas - Matérias</title>
			<link>http://www.obra24horas.com.br</link>
			<description>Últimas matérias da Construção Civil</description>
			<language>pt-br</language>
			<copyright>Copyright 2012 - Todos os direitos reservados - Obra24horas</copyright>
			<lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 13:53:24 GMT</lastBuildDate>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1413]]></guid>
			<title>Setor imobiliário se prepara para crescer menos</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><font size="3" face="Arial"><strong>Setor imobili&aacute;rio se prepara para crescer menos</strong></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 277px; HEIGHT: 208px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/05.03.12_-_Setor_imobili_rio_engasga.jpg" width="362" height="255" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <font size="1" face="Verdana"></font>
            <p><font size="2" face="Arial">Na esteira da desacelera&ccedil;&atilde;o j&aacute; vista em 2011, o calo parece ter apertado mais para o mercado imobili&aacute;rio brasileiro, que come&ccedil;a a ver a euforia desenfreada de 2010 ser substitu&iacute;da por preocupa&ccedil;&atilde;o e cautela, cen&aacute;rio que tende a se manter este ano.<br /><br />Na vis&atilde;o de especialistas que acompanham o setor, esse desaquecimento, que resultou em crescimento menor no ano passado, deve se intensificar nos pr&oacute;ximos meses, com as empresas tendo de administrar altos volumes de lan&ccedil;amentos, endividamento consider&aacute;vel e necessidade de gerar caixa.<br /><br />&quot;Vamos ver um crescimento menor que em 2011, que foi o come&ccedil;o do per&iacute;odo de ajuste&quot;, disse &agrave; ag&ecirc;ncia de not&iacute;cias Reuters, o analista Marcelo Motta, do JPMorgan. &quot;(As empresas) sofreram com falta de planejamento, queriam crescer demais, entrar em novas regi&otilde;es onde nem sempre havia escala para operar (...) o que prejudicou as margens&quot;.<br /><br />Segundo ele, para come&ccedil;ar a reverter a situa&ccedil;&atilde;o, as companhias devem priorizar os resultados, concentrando as opera&ccedil;&otilde;es em segmentos e regi&otilde;es onde j&aacute; atuam para garantir melhores margens.<br /><br />&quot;O setor imobili&aacute;rio vive um momento de desaquecimento ap&oacute;s um per&iacute;odo prolongado de forte expans&atilde;o&quot;, afirmou o analista Paulo C&eacute;sar das Neves, da LCA, que citou ainda a eleva&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os de im&oacute;veis como inibidor da demanda. &quot;(&Eacute;) pouco prov&aacute;vel uma queda abruta dos pre&ccedil;os em 2012.&quot;<br /><br />Em contrapartida, ainda que o cen&aacute;rio pare&ccedil;a preocupante, a perspectiva tra&ccedil;ada pelos profissionais n&atilde;o &eacute; totalmente pessimista.<br /><br />A demanda que se mant&eacute;m em n&iacute;veis saud&aacute;veis e indicadores macroecon&ocirc;micos como infla&ccedil;&atilde;o e confian&ccedil;a do consumidor sob controle devem contribuir para amenizar a desacelera&ccedil;&atilde;o prevista.<br /><br />&quot;O mercado imobili&aacute;rio residencial est&aacute; mais dif&iacute;cil do que antes, mas n&atilde;o estamos em modo de crise como em 2008/2009&quot;, ponderou o analista Guilherme Rocha, do Credit Suisse.<br /><br />Agora, de qualquer forma, indicadores de rentabilidade das incorporadoras e construtoras ser&atilde;o acompanhados mais de perto, sendo que o grande evento deste ano, segundo os agentes de mercado, ser&aacute; o fluxo de caixa positivo.<br /><br />&quot;Existe uma cobran&ccedil;a do mercado por gera&ccedil;&atilde;o de caixa positiva. A empresa que n&atilde;o entregar vai ser penalizada. Tem que gerar (caixa) de forma saud&aacute;vel&quot;, disse Motta, apostando na capacidade das companhias de cumprir a meta em 2012. &quot;Pelo que (as empresas) t&ecirc;m indicado, o cen&aacute;rio est&aacute; se armando para isso no segundo ou terceiro trimestres.&quot;<br /><br />Rocha, do Credit Suisse, n&atilde;o descarta uma revis&atilde;o dos or&ccedil;amentos por parte das empresas para incluir um estouro de custos com obras e, entre as pondera&ccedil;&otilde;es, recomenda que os investidores sejam seletivos quanto ao setor.<br /><br />&quot;A retomada estrutural do setor vai exigir a combina&ccedil;&atilde;o de mais clareza dos cen&aacute;rios mundial e local, maior visibilidade dos balan&ccedil;os das companhias e uma clara tend&ecirc;ncia de gera&ccedil;&atilde;o de caixa positivo&quot;, afirmou.<br /><br />Motta, do JPMorgan, tem as a&ccedil;&otilde;es de PDG Realty, MRV Engenharia e Rossi Residencial entre suas recomenda&ccedil;&otilde;es.<br /><br />Em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Cyrela Brazil Realty, que enfrentou o rev&eacute;s de revis&atilde;o de or&ccedil;amento e d&uacute;vidas sobre cumprimento de metas, ele acredita em um corte nas estimativas de vendas e lan&ccedil;amentos, embora a empresa esteja &quot;se recuperando de forma mais r&aacute;pida que esperado&quot;.<br /><br />De fato, o vice-presidente financeiro e diretor de Rela&ccedil;&otilde;es com Investidores da Cyrela, Jos&eacute; Flor&ecirc;ncio Rodrigues, disse a jornalistas na segunda-feira que a empresa deve reduzir at&eacute; o final de janeiro suas metas para 2012.<br /><br />Atualmente, a estimativa da companhia para este ano, que j&aacute; foi alvo de revis&atilde;o para baixo em uma ocasi&atilde;o, &eacute; de lan&ccedil;amentos entre 8,7 bilh&otilde;es e 9,8 bilh&otilde;es de reais, com vendas de 8 bilh&otilde;es a 8,9 bilh&otilde;es de reais.<br /><br />Em 2011, a Cyrela totalizou vendas contratadas de 6,5 bilh&otilde;es de reais, abaixo da faixa prevista de 6,9 bilh&otilde;es a 7,7 bilh&otilde;es de reais.<br /><br />Em novembro, a Gafisa reduziu a previs&atilde;o de lan&ccedil;amentos em 2011 para a faixa de 3,5 bilh&otilde;es a 4 bilh&otilde;es de reais, contra meta entre 5 bilh&otilde;es e 5,6 bilh&otilde;es de reais antes.<br /><br />A Brookfield tamb&eacute;m cortou a estimativa de lan&ccedil;amentos para o &uacute;ltimo ano de entre 4,75 bilh&otilde;es e 5,25 bilh&otilde;es para de 4 bilh&otilde;es a 4,2 bilh&otilde;es de reais. Para 2012, a meta passou de 5,25 bilh&otilde;es a 5,75 bilh&otilde;es para entre 4,25 bilh&otilde;es e 4,75 bilh&otilde;es de reais.<br /><br /><strong>Crescimento em 2012<br /><br /></strong>A constru&ccedil;&atilde;o civil brasileira deve crescer 5,2% em 2012, ap&oacute;s fechar o ano passado com alta de 4,8%, conforme previs&otilde;es do Sindicato da Constru&ccedil;&atilde;o (SindusCon-SP). Em 2010, o avan&ccedil;o foi de 15,2%.<br /><br />&quot;A previs&atilde;o para 2012 deve se concretizar desde que o governo continue tomando medidas econ&ocirc;micas para assegurar o crescimento do PIB&quot;, afirmou a entidade em dezembro, assinalando como positivas medidas envolvendo desonera&ccedil;&atilde;o da produ&ccedil;&atilde;o, est&iacute;mulo &agrave; produtividade na iniciativa privada e aumento da efici&ecirc;ncia da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica.<br /><br />Conforme dados do sindicato da habita&ccedil;&atilde;o Secovi-SP, referentes &agrave; cidade de S&atilde;o Paulo, as vendas de im&oacute;veis residenciais novos v&ecirc;m crescendo em ritmo inferior aos lan&ccedil;amentos desde meados de 2011.<br /><br />&quot;Parte dessa diverg&ecirc;ncia entre os ritmos de crescimento pode ser atribu&iacute;da &agrave; desacelera&ccedil;&atilde;o da atividade econ&ocirc;mica como um todo&quot;, ressaltou Neves, da LCA.<br /><br />Motta, do JPMorgan, acrescentou: &quot;A perspectiva para o setor n&atilde;o &eacute; ruim, mas j&aacute; n&atilde;o &eacute; mais t&atilde;o f&aacute;cil comprar im&oacute;vel como antes pelos pre&ccedil;os mais altos&quot;.<br /><br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2" face="Arial"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Revista Veja.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1413]]></link>
			<pubDate>Mon, 14 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1435]]></guid>
			<title>Segurança nas escadas</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Seguran&ccedil;a nas escadas</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 314px; HEIGHT: 238px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/10.04.12_-_Seguran_a_nas_escadas.jpg" width="384" height="274" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">Circula&ccedil;&atilde;o, por defini&ccedil;&atilde;o, &eacute; o ato de se deslocar livremente. Na arquitetura, os espa&ccedil;os destinados a essa finalidade devem ser seguros ao movimento do ir e vir. A circula&ccedil;&atilde;o vertical por meio de escadas ou rampas requer um conjunto de regras para minimizar o esfor&ccedil;o f&iacute;sico.<br /><br />No caso da escada, a medida dos degraus pode variar de 28 a 32 cm na pisada e de 16 a 18 cm na altura. Em resid&ecirc;ncias, por exemplo, a largura da escada pode ser a partir de 90 cm em locais pequenos. Claro que &eacute; melhor se puder contar com 1,05 m de largura.<br /><br />No espa&ccedil;o p&uacute;blico essa dimens&atilde;o deve ser calculada de acordo com o fluxo de pessoas a circular por ela e nunca &eacute; mais estreita do que 1,20 m, e preferencialmente, adotar 1,50 m como m&iacute;nimo.<br /><br />Esse dimensionamento &eacute; o mesmo para todos os degraus, ou seja, nunca se muda a medida nem do espelho nem do piso ao longo de todo o percurso da escada. O ritmo deve ser constante para n&atilde;o surpreender o transeunte e ocasionar uma queda.<br /><br />Para os espa&ccedil;os p&uacute;blicos existem normas rigorosas a serem seguidas como a NBR 9050 ou NBR 9077. Nas resid&ecirc;ncias unifamiliares &eacute; facultativo, por&eacute;m, no que se refere ao conforto e &agrave; seguran&ccedil;a, &eacute; adequado segui-las.<br /><br /><strong>Apoio</strong><br /><br />Renegado ou esquecido por muitos, o corrim&atilde;o da escada &ndash; ou rampa &ndash; &eacute; item de fundamental import&acirc;ncia para garantir a seguran&ccedil;a e o conforto no tr&acirc;nsito vertical. Sua fun&ccedil;&atilde;o de apoio e deslize das m&atilde;os determinam naturalmente seu formato e dimens&otilde;es.<br /><br />Sua altura correta &eacute; de 92 cm acima do piso. Os de formato redondo, devem ter di&acirc;metro de 3 cm a 4,5 cm. Outros formatos s&atilde;o permitidos, desde que, a parte superior da pe&ccedil;a seja arredondada. O espa&ccedil;o entre essa pe&ccedil;a e a parede deve ter no m&iacute;nimo 4 cm. Para permitir o correr das m&atilde;os, a fixa&ccedil;&atilde;o, se for feita na parede, deve ser por baixo da pe&ccedil;a e n&atilde;o na sua lateral.<br /><br />Os corrim&atilde;os embutidos na alvenaria devem deixar livre cerca de 15 cm acima da pe&ccedil;a para a entrada da m&atilde;o no nicho. A rigor, o comprimento do corrim&atilde;o deve ultrapassar 30 cm ap&oacute;s o &uacute;ltimo degrau, permitindo o apoio mesmo quando se est&aacute; chegando ao t&eacute;rmino do percurso.<br /><br />O material utilizado deve ser adequado ao toque. Em resid&ecirc;ncias, uma boa op&ccedil;&atilde;o &eacute; a madeira. J&aacute; no espa&ccedil;o p&uacute;blico prevalece a necessidade da boa higieniza&ccedil;&atilde;o, o que nos leva ao a&ccedil;o inox, ao alum&iacute;nio ou ao ferro pintado.<br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original O Dia Online.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1435]]></link>
			<pubDate>Mon, 14 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1445]]></guid>
			<title>Oito projetos verdes futuristas para melhorar as cidades</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Oito projetos verdes futuristas para melhorar as cidades</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 342px; HEIGHT: 295px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/12.04.12_-_Oito_incr_veis_projetos_verdes_futuristas_para_melhorar_as_cidades.jpg" width="432" height="350" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana">Urban aviary, em NY</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">Pensando em resolver dois problemas comuns aos grandes centros urbanos &ndash; a polui&ccedil;&atilde;o e a falta de &aacute;reas verdes - arquitetos e designers prop&otilde;em solu&ccedil;&otilde;es criativas para recuperar o meio ambiente.<br /><br /><strong>Urban aviary, um santu&aacute;rio para aves em NY</strong><br /><br />Voc&ecirc; sabia que uma das maiores causas de morte de p&aacute;ssaros nas grandes cidades s&atilde;o os arranha-c&eacute;us envidra&ccedil;ados? As aves simplesmente n&atilde;o conseguem distinguir o que &eacute; reflexo do que &eacute; real e por isso vira e mexe colidem contra edif&iacute;cios envidra&ccedil;ados, morrendo na queda livre.<br /><br />Pensando em melhorar as condi&ccedil;&otilde;es de vida desses animais nos centros urbanos e tamb&eacute;m em tornar os pr&eacute;dios mais eco-amig&aacute;veis, o &quot;Stone Design&quot;, um escrit&oacute;rio de arquitetura em Nova York projetou o &quot;UrbanAviary &quot;. A estrutura idealizada para ocupar o Central Park tem como prop&oacute;sito servir de abrigo e habitat seguro para as aves em uma das cidades mais populosas dos Estados Unidos.<br /><br />No Urban Aviary, os p&aacute;ssaros poder&atilde;o construir ninhos entre os pisos vegetados. A ideia &eacute; reproduzir no interior um miniecossistema florestal, onde as criaturas voadoras possam obter comida, &aacute;gua e tranquilidade.<br /><br /><strong>Algae Green Loop produz bicombust&iacute;vel</strong><br /><br />O retrofit verde j&aacute; virou uma tend&ecirc;ncia mundial. Nem o famoso complexo de edif&iacute;cios em formato de espiga de milho Marina City, localizado &agrave;s margens do Lago Michigan, em Chicago, escapam da moderniza&ccedil;&atilde;o com t&eacute;cnicas ecol&oacute;gicas.<br /><br />Um projeto recente idealizado pelo est&uacute;dio Influx prop&otilde;e um mix de solu&ccedil;&otilde;es ecoamig&aacute;veis, que incluem uma cobertura de algas na fachada para produ&ccedil;&atilde;o de biocombust&iacute;vel que abasteceria os ve&iacute;culos dos moradores e um sistema biorreator interno, capaz de produzir energia a partir dos res&iacute;duos gerados pelo edif&iacute;cio.<br /><br />Al&eacute;m disso, o pr&eacute;dio contaria com paineis solares e geradores e&oacute;licos. A eletricidade produzida seria usada para abastecer o edif&iacute;cio e o excesso seria vendido para a rede el&eacute;trica.<br /><br /><strong>Tour Vegetale de Nantes tem &aacute;rvores na fachada</strong><br /><br />Cultivar jardins ou vasos de planta no espa&ccedil;o limitado de um apartamento nem sempre &eacute; f&aacute;cil. E que tal morar em um edif&iacute;cio que tem a natureza como principal atra&ccedil;&atilde;o? Foi pensando nisso que o arquiteto franc&ecirc;s Edouard Fran&ccedil;ois, conhecido por incorporar a vegeta&ccedil;&atilde;o &agrave; arquitetura, projetou o Tour de Nantes Vegetale.<br /><br />Em formato org&acirc;nico, o edif&iacute;cio tem a fachada tomada por plantas de esp&eacute;cies adaptadas para crescer em rochas. O projeto idealizado para cidade de Nantes prev&ecirc; que a vegeta&ccedil;&atilde;o cres&ccedil;a dentro de tubos de a&ccedil;o inoxid&aacute;vel instalados nas varandas dos apartamentos. A ideia por tr&aacute;s do visual &eacute; que, visto de longe, o pr&eacute;dio se assemelhe a uma montanha de verde espetacular encravada no meio da cidade.<br /><br />N&atilde;o s&oacute; isso, claro. O revestimento de &aacute;rvores contribui para deixar o clima do ambiente interno sempre agrad&aacute;vel. Al&eacute;m da fun&ccedil;&atilde;o residencial, o edif&iacute;cio de uso misto tamb&eacute;m vai abrigar escrit&oacute;rios empresariais e um mini shopping.<br /><br /><strong>Jardim em forma de barco pode filtrar &aacute;gua do mar</strong><br /><br />O Physalia &eacute; outro projeto criativo que busca melhorar o meio ambiente nas cidades. Criado pelo escrit&oacute;rio de arquitetura Vicent Callebaut, essa esp&eacute;cie de embarca&ccedil;&atilde;o ecol&oacute;gica &eacute; um jardim auto-suficiente capaz de navegar com emiss&atilde;o zero e, ainda, ajudar a purificar as &aacute;guas do mar.<br /><br />A caracter&iacute;stica de filtro d&acute;&aacute;gua se deve &agrave; sua estrutura de a&ccedil;o coberta por alum&iacute;nio de di&oacute;xido de tit&acirc;nio, que reage com os raios ultravioletas, criando um efeito foto-catalisador, que purifica a &aacute;gua polu&iacute;da por rejeitos qu&iacute;micos industriais e de embarca&ccedil;&otilde;es. No teto, a Physalia possui pain&eacute;is fotovoltaicos e, no casco, traz hidro-turbinas que geram energia com o fluxo fluvial.<br /><br />Com isso, a embarca&ccedil;&atilde;o &eacute; capaz de produzir mais energia do que necessita para se locomover. Com nome e design inspirados em uma esp&eacute;cie mar&iacute;tima - a caravela-portuguesa &ldquo;Physalia Physalis&rdquo; -, a embarca&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m tem fins tur&iacute;sticos, podendo navegar entre os principais rios da Europa, como o Dan&uacute;bio, Reno e Volga.<br /><br /><strong>Beirut Wonder Forest: o jardim suspenso do L&iacute;bano</strong><br /><br />Pensando num visual mais ecol&oacute;gico e capaz de renovar o ar da capital libanesa, o escrit&oacute;rio de arquitetura Studio Invisible projetou um gigante jardim suspenso, que prev&ecirc; a simples instala&ccedil;&atilde;o de &aacute;rvores no topo de todos os edif&iacute;cios da cidade. Cada &aacute;rvore ficaria presa por fios de a&ccedil;o que impediriam acidentes durante fortes ventanias.<br /><br />Segundo os arquitetos, esp&eacute;cies de pequeno porte, como a amoreira-branca e a oliveira, se adaptariam bem ao clima mediterr&acirc;neo. O Wonder Forest melhoraria os n&iacute;veis de oxig&ecirc;nio, gerando um ambiente mais saud&aacute;vel. Al&eacute;m disso, a camada de &aacute;rvores forneceria sombra e, consequentemente, amenizaria o clima, cada vez mais quente e &aacute;rido, que por sua vez levaria a um menor n&iacute;vel de consumo de energia nos pr&eacute;dios.<br /><br />Mas dependendo da escolha de &aacute;rvores e plantas, estes jardins poderiam evoluir para um tipo de agricultura urbana, gerando uma produ&ccedil;&atilde;o pequena, mas valiosa.<br /><br /><strong>Bionic Arch: uma joia verde em Taiwan</strong><br /><br />Preocupada em reduzir suas emiss&otilde;es, a cidade de Taichung em Taiwan lan&ccedil;ou no ano passado um concurso de projetos de arquitetura para ocupar a &aacute;rea do antigo aeroporto local.<br /><br />O vencedor da competi&ccedil;&atilde;o foi ningu&eacute;m menos do que o vision&aacute;rio arquiteto belga Vincent Callebaut, que projetou uma imensa torre verde que n&atilde;o s&oacute; combina como supera os principais indicadores de um edif&iacute;cio ecol&oacute;gico.<br /><br />Chamada de Bionich Arc, a torre or&ccedil;ada em 85 milh&otilde;es de reais ter&aacute; emiss&atilde;o zero de carbono. Com jardins suspensos integrados em toda sua fachada, a torre de 119 m vai produzir sua pr&oacute;pria energia a partir de fontes alternativas, como solar e e&oacute;lica.<br /><br /><strong>Sea Tree: a &aacute;rvore marinha anti-polui&ccedil;&atilde;o</strong><br /><br />Preocupado com a falta de espa&ccedil;o para a fauna e flora, o arquiteto alem&atilde;o Koen Olthuis bolou uma solu&ccedil;&atilde;o curiosa: o edif&iacute;cio &quot;Sea Tree&quot;. Trata-se de uma estrutura de 30 metros de altura projetada para cidades pr&oacute;ximas ao mar ou rios, como Londres e Nova York, e capaz de reproduzir todo o ecossistema de uma &aacute;rvore, servindo de abrigo para os bichos.<br /><br />Por ser dividida em camadas, a estrutura flutuante poderia hospedar v&aacute;rios tipos de animais, incluindo os que vivem no mar. A ideia &eacute; que &aacute;rvore do mar seja constru&iacute;da a partir de tecnologias offshore bastante semelhantes ao das plataformas de petr&oacute;leo em mar aberto e que as companhias petrol&iacute;feras fa&ccedil;am doa&ccedil;&otilde;es de &ldquo;Sea Tree&rdquo; para as cidades onde atuam.<br /><br /><strong>Piscina flutuante pode despoluir rio em Praga</strong><br /><br />Durante anos, o Vltava, maior rio da Rep&uacute;blica Checa, que atravessa a capital Praga, sofreu com a polui&ccedil;&atilde;o. Hoje, s&atilde;o cada vez maiores os esfor&ccedil;os para recuper&aacute;-lo. Os arquitetos Adrea Kubn&aacute; e Ondrej Lipensky projetaram at&eacute; uma piscina flutuante para despoluir as &aacute;guas do rio.<br /><br />Uma membrana t&ecirc;xtil que reveste toda a instala&ccedil;&atilde;o circular removeria part&iacute;culas de sujeira, bact&eacute;rias e odores desagrad&aacute;veis. Depois a &aacute;gua retornaria renovada para o rio. A piscina flutuante serviria como centro recreativo para os moradores da cidade. Capaz de receber at&eacute; 900 pessoas, a atra&ccedil;&atilde;o contaria com vesti&aacute;rios, saunas, lanchonetes e at&eacute; cabines individuais para loca&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Durante os meses de inverno, quando as temperaturas chegam f&aacute;cil aos 15 graus negativos, a atra&ccedil;&atilde;o no Vltalva seria convertida em uma pista de patina&ccedil;&atilde;o no gelo.<br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Exame.com.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1445]]></link>
			<pubDate>Mon, 14 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1452]]></guid>
			<title>Decoração é o cartão de visitas de uma empresa</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Decora&ccedil;&atilde;o &eacute; o cart&atilde;o de visitas de uma empresa</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 345px; HEIGHT: 206px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/13.04.12_-_Decora_o_o_cart_o_de_visitas_de_uma_empresa.jpg" width="392" height="239" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">Uma reforma no layout, a escolha certa dos acess&oacute;rios de decora&ccedil;&atilde;o e at&eacute; mesmo a cor das paredes do im&oacute;vel, tudo isso pode impactar positivamente n&atilde;o s&oacute; na produtividade dos funcion&aacute;rios como no aumento das vendas. Afinal, a decora&ccedil;&atilde;o de um ambiente pode sim estimular o cliente a permanecer mais tempo em uma loja ou lanchonete, por exemplo, o que pode resultar em mais gastos, ou surtir o efeito contr&aacute;rio, afugentar a clientela.<br /><br />Por isso, a decora&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o &eacute; um elemento estrat&eacute;gico e deve ser planejado para resultar num ambiente produtivo e que ao mesmo tempo traduza a identidade da marca, do servi&ccedil;o ou do produto oferecido. &quot;A ambienta&ccedil;&atilde;o deve estar de acordo com o ramo de atividade de cada empresa, ou seja, cada tipo de atividade determina a maneira de decorar, desde a pintura das paredes at&eacute; a escolha dos m&oacute;veis&quot;, explica a arquiteta Layane Nunes.<br /><br />Os ambientes podem receber o toque pessoal de cada propriet&aacute;rio, por&eacute;m os clientes n&atilde;o devem ser esquecidos na hora da elabora&ccedil;&atilde;o, pois se a decora&ccedil;&atilde;o n&atilde;o for agrad&aacute;vel os objetivos da empresa n&atilde;o ser&atilde;o alcan&ccedil;ados e, consequentemente, o rendimento tende a cair.<br /><br />&quot;Normalmente em empresas de alimenta&ccedil;&atilde;o trabalha-se com cores mais fortes e tons quentes, equilibrados com tons neutros. Nas cl&iacute;nicas, o recomendado &eacute; usar nuances mais neutras combinadas com tons pasteis, mas esses detalhes deixaram de ser uma regra, j&aacute; que todo o projeto depende do prop&oacute;sito a ser alcan&ccedil;ado&quot;, comenta ela.<br /><br />Por isso, a orienta&ccedil;&atilde;o &eacute; procurar um profissional da &aacute;rea que vai estudar a empresa, seus recursos e produtos e, assim, interpretar e transferir todos esses detalhes para o projeto.<br /><br />Para a arquiteta, em geral, alguns fatores como o conforto, luminosidade, ac&uacute;stica, normas e legisla&ccedil;&atilde;o, uso das cores, a logomarca da empresa e a utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais dur&aacute;veis e de f&aacute;cil limpeza e higieniza&ccedil;&atilde;o devem ser estudados e contemplados no projeto de decora&ccedil;&atilde;o do ambiente de trabalho.<br /><br />Com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; luminosidade, ela n&atilde;o pode ser nem demais e nem de menos, pois em qualquer uma das situa&ccedil;&otilde;es, o excesso ou a falta, vai gerar alguns transtornos aos usu&aacute;rios do local.<br /><br />Os focos mais elaborados de luz devem ficar em &aacute;reas como hall, recep&ccedil;&atilde;o e &aacute;reas de passagem. &quot;A ilumina&ccedil;&atilde;o &eacute; fundamental para a valoriza&ccedil;&atilde;o de espa&ccedil;o interno, necessitando de um projeto luminot&eacute;cnico detalhado para a sua implanta&ccedil;&atilde;o&quot;, ressalta a especialista.<br /><br />Os m&oacute;veis tamb&eacute;m s&atilde;o pe&ccedil;as coringas na decora&ccedil;&atilde;o e devem contribuir para a organiza&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o, evitando pap&eacute;is espalhados sobre as mesas e documentos mal arquivados. Objetos como quadros, vasos, plantas e pain&eacute;is personalizados, entre outros elementos decorativos, precisam estar presentes nos ambientes corporativos, mas na medida certa para que n&atilde;o gerem dispers&atilde;o e confundam os usu&aacute;rios.<br /><br /><strong>Visual merchandising<br /></strong><br />V&aacute;rias lojas t&ecirc;m adotado estrat&eacute;gias de visual merchandising para que o cliente se identifique com a loja. A t&eacute;cnica utiliza ferramentas para despertar os cinco sentidos dos clientes (olfato, audi&ccedil;&atilde;o, vis&atilde;o, tato e paladar), para transformar a compra numa experi&ecirc;ncia sensorial.<br /><br />O ambiente de trabalho &eacute; um local no qual se passa muito tempo, por isso &eacute; fundamental que ele conte com todos os recursos necess&aacute;rios para gerar conforto e estimular a produtividade.<br /><br /><strong>Invista nas cores</strong><br />&bull; Amarelo: cor do est&iacute;mulo e da criatividade. &Eacute; indicado para escrit&oacute;rios e cantos de estudo.<br />&bull; Azul: tem efeito calmante e, em alguns casos, restaura o equil&iacute;brio ao criar um ambiente mais aconchegante.<br />&bull; Branco: n&atilde;o compromete o ambiente e transmite elevada percep&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o.<br />&bull; Verde: favorece o descanso e ajuda a combater o estresse.<br />&bull; Vermelho: capta e chama a aten&ccedil;&atilde;o, evocando energia e sensualidade. Um m&oacute;vel ou uma &uacute;nica parede j&aacute; &eacute; suficiente. <br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana"><em><font size="2" face="Arial">Da Reda&ccedil;&atilde;o, original odiario.com</font>.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1452]]></link>
			<pubDate>Mon, 14 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1461]]></guid>
			<title>Com freada em lançamentos, mercado se volta para imóveis usados</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Com freada em lan&ccedil;amentos, mercado se volta para im&oacute;veis usados</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 309px; HEIGHT: 233px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/09.05.12_-_Com_freada_em_lan_amentos.jpg" width="378" height="284" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            A j&aacute; esperada desacelera&ccedil;&atilde;o do mercado imobili&aacute;rio, com as empresas revendo metas de lan&ccedil;amentos para priorizar rentabilidade, tende a garantir f&ocirc;lego ao inexplorado e pulverizado segmento de im&oacute;veis usados, o que come&ccedil;a a alterar a din&acirc;mica das principais empresas do setor.<br /><br />Em linhas gerais, desde meados do ano passado, as construtoras e incorporadoras passam por um per&iacute;odo em que precisam colocar a casa em ordem a fim de retomar rentabilidade e gerar caixa, movimento que deve se manter pelo menos na primeira metade deste ano.<br /><br />Segundo estimativa da Federa&ccedil;&atilde;o Internacional das Profiss&otilde;es Imobili&aacute;rias (Fiabci) no Brasil, o volume de lan&ccedil;amentos este ano deve superar ligeiramente o realizado em 2011, com acr&eacute;scimo de apenas 3 ou 4%, cen&aacute;rio bastante distinto do visto em 2010, por exemplo, quando o mercado sofreu uma avalanche de im&oacute;veis novos.<br /><br />&quot;Essa tend&ecirc;ncia &eacute; positiva e gera liquidez para o mercado de usados, que acaba sendo oxigenado&quot;, disse o presidente da Fiabci no Brasil, Basilio Jafet, que tamb&eacute;m &eacute; vice-presidente do sindicato da habita&ccedil;&atilde;o Secovi-SP.<br /><br />Nesse sentido, empresas inicialmente formadas para atender o mercado de lan&ccedil;amentos come&ccedil;am a se voltar para o segmento secund&aacute;rio, a exemplo de Brasil Brokers e Lopes.<br /><br />A Lopes espera avan&ccedil;ar no mercado de im&oacute;veis secund&aacute;rios ao intensificar as aquisi&ccedil;&otilde;es nesse segmento em 2012, ap&oacute;s ter mais de 20% da receita l&iacute;quida do ano passado proveniente das vendas de usados, antes com participa&ccedil;&atilde;o marginal nos neg&oacute;cios da empresa.<br /><br />&quot;Os im&oacute;veis usados s&atilde;o o grande mercado para crescimento. Ainda temos um enorme caminho a percorrer e uma enorme oportunidade de crescimento&quot;, disse o vice-presidente financeiro da Lopes, Marcello Leone, ao comentar o balan&ccedil;o de 2011 na &uacute;ltima semana.<br /><br />Segundo o executivo, alvo de um perfil diferente de consumidor, o im&oacute;vel usado tende a ser mais demandado por pessoas que priorizam a localiza&ccedil;&atilde;o do empreendimento, enquanto os lan&ccedil;amentos costumam ser mais atrativos por atributos como &aacute;rea de lazer.<br /><br />Embora n&atilde;o haja estat&iacute;sticas apuradas quanto ao segmento secund&aacute;rio no pa&iacute;s, a Brasil Brokers estima que o nicho represente de 70 a 75% do volume de transa&ccedil;&otilde;es no mercado imobili&aacute;rio nacional, sendo que a empresa det&eacute;m perto de 2%.<br /><br />De acordo com o vice-presidente financeiro e de Rela&ccedil;&otilde;es com Investidores da companhia, &Aacute;lvaro Soares, o segmento de usados responde por cerca de 15% do volume de vendas da companhia, que tem como meta alcan&ccedil;ar &quot;algo entre 30 e 35% nos pr&oacute;ximos cinco anos&quot;.<br /><br />&quot;Mas &eacute; uma tarefa &aacute;rdua, este &eacute; um mercado pulverizado. N&oacute;s e a Lopes estamos fazendo aquisi&ccedil;&otilde;es. N&atilde;o h&aacute; empresas grandes para comprar como t&iacute;nhamos no mercado prim&aacute;rio&quot;, disse ele &agrave; Reuters.<br /><br />A Brasil Brokers tem planos de abrir 21 lojas em 2012, al&eacute;m de comprar empresas.<br /><br />Soares disse que a companhia tem entre 100 milh&otilde;es e 150 milh&otilde;es de reais para destinar a aquisi&ccedil;&otilde;es. &quot;O objetivo &eacute; comprar de cinco a oito empresas por ano nos pr&oacute;ximos dois anos&quot;, afirmou.<br /><br /><strong>O dilema dos pre&ccedil;os</strong><br /><br />Um dos temas que mais aquece as discuss&otilde;es envolvendo o mercado imobili&aacute;rio no Brasil - os pre&ccedil;os dos im&oacute;veis - tamb&eacute;m divide representantes do setor quando se trata de usados.<br /><br />Atualmente, a diferen&ccedil;a de pre&ccedil;os entre im&oacute;veis usados e novos &eacute; de cerca de 30 por cento, segundo Soares, da Brasil Brokers, embora exista muita oscila&ccedil;&atilde;o.<br /><br />&quot;H&aacute; um ano chegou a 20%, mas j&aacute; foi de 40% h&aacute; tr&ecirc;s anos&quot;, disse ele. &quot;Existe a tend&ecirc;ncia de os pre&ccedil;os come&ccedil;arem a convergir. Quanto mais maduro o mercado fica, mais forte &eacute; a tend&ecirc;ncia desta lacuna fechar.&quot;<br /><br />Uma pesquisa da Reuters mostrou na &uacute;ltima semana que os pre&ccedil;os de im&oacute;veis residenciais no Brasil devem subir mais que o esperado anteriormente neste ano em meio &agrave; recupera&ccedil;&atilde;o da economia, adiando a expectativa de uma estabiliza&ccedil;&atilde;o por pelo menos alguns trimestres ap&oacute;s a disparada dos pre&ccedil;os nos &uacute;ltimos anos.<br /><br />&quot;A tend&ecirc;ncia &eacute; de que (os pre&ccedil;os) ainda subam, por&eacute;m de forma mais controlada do que no passado&quot;, afirmou a diretora da Lello Im&oacute;veis, Roseli Hernandes, que tamb&eacute;m estima uma diferen&ccedil;a de 30 a 40% no valor dos usados ante os novos.<br /><br />Mas h&aacute; quem veja na oferta de im&oacute;veis novos, resultado da conclus&atilde;o do ciclo de constru&ccedil;&atilde;o que come&ccedil;a a acontecer agora ap&oacute;s o forte ritmo de lan&ccedil;amentos em 2010, uma janela de oportunidade para o segmento de usados em termos de pre&ccedil;os.<br /><br />&quot;Existe um grande estoque de im&oacute;veis novos em produ&ccedil;&atilde;o, que come&ccedil;a a entrar na fase de entrega. Fato que muito provavelmente for&ccedil;ar&aacute; uma baixa no valor dos im&oacute;veis usados&quot;, disse o diretor-executivo de Habita&ccedil;&atilde;o da Caixa Econ&ocirc;mica Federal, Teot&ocirc;nio Costa Rezende.<br /><br />Em sentido contr&aacute;rio, Jafet, da Fiabci, descarta qualquer movimento de queda nos pre&ccedil;os, tanto dos im&oacute;veis novos quanto dos usados.<br /><br />&quot;Os custos ainda est&atilde;o muito elevados e &eacute; muito dif&iacute;cil haver queda de pre&ccedil;o no caso dos novos&quot;, disse ele. &quot;Com isso, os pre&ccedil;os dos usados tamb&eacute;m tendem a se manter em alta, porque h&aacute; uma migra&ccedil;&atilde;o da demanda para o usado.&quot;<br /><br />Conforme Jafet, os pre&ccedil;os de im&oacute;veis em geral devem ficar muito pr&oacute;ximos da infla&ccedil;&atilde;o este ano.<br />
            <p>&nbsp;</p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original O Estado de S. Paulo.</em></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1461]]></link>
			<pubDate>Mon, 14 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1464]]></guid>
			<title>Formica® investe na Construção Civil em 2012</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Formica&reg; investe na Constru&ccedil;&atilde;o Civil em 2012</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 355px; HEIGHT: 267px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/02.05.12_-_Reforma_valoriza_im_vel_em_mais_de_30.jpg" width="368" height="276" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">De acordo com dados publicados pelo IBGE e divulgados pela C&acirc;mara Brasileira da Ind&uacute;stria da Constru&ccedil;&atilde;o (Cbic), em 2011, o setor da constru&ccedil;&atilde;o civil teve uma participa&ccedil;&atilde;o de 5,8 % no PIB Total Brasil, registrando, apesar de inferiores a 2010, resultados positivos e um crescimento de 4,8%. <br /><br />A estabilidade do mercado fez com que as empresas enxergassem oportunidades de expandir seus neg&oacute;cios no Pa&iacute;s. &Eacute; o que acontece com a Formica&reg;. No Brasil, a detentora da tecnologia e dos direitos de uso da marca, com exclusividade, &eacute; a Formiline Ind&uacute;stria de Laminados Ltda. A empresa decidiu inovar com o lan&ccedil;amento de um piso vin&iacute;lico, com in&uacute;meras vantagens se comparado aos laminados existentes no mercado, a base de HDF (High Density Fiberboard), visando principalmente os mercados: imobili&aacute;rio, corporativo e hoteleiro. <br /><br /><strong>Pesquisa e Inova&ccedil;&atilde;o</strong><br /><br />Aquaclic&reg; Piso Premium da Formica&reg; &eacute; um produto exclusivo da marca e chega ao mercado, com uma tecnologia que garante 100% resist&ecirc;ncia &agrave; &aacute;gua. &ldquo;Por meio de pesquisas nas principais feiras internacionais do setor e pelas manifesta&ccedil;&otilde;es recebidas por nossos departamentos de atendimento ao consumidor e aos profissionais de Arquitetura e Design, detectamos a necessidade de lan&ccedil;ar um piso com maior resist&ecirc;ncia &agrave; umidade, aos riscos e &agrave;s manchas&rdquo;, explica Jos&eacute; Reginaldo Missiato, gerente de produtos e de marketing da Formica&reg;. <br /><br /><strong>Piso para ambientes com design, tecnologia e sustentabilidade</strong><br /><br />A impermeabilidade do Aquaclic&reg; Piso Premium &eacute; garantida pela sua constitui&ccedil;&atilde;o: substrato de pol&iacute;meros vin&iacute;licos, pel&iacute;cula com impress&atilde;o do padr&atilde;o de acabamento e uma camada de prote&ccedil;&atilde;o na superf&iacute;cie, com resina de alta resist&ecirc;ncia, que protege completamente o piso.<br /><br />Segundo ele, hoje, a tend&ecirc;ncia, tanto nos ambientes residenciais quanto nos corporativos, &eacute; unir as seguintes qualidades no lan&ccedil;amento de um produto: design, beleza, conforto, praticidade, tecnologia e sustentabilidade. &ldquo;Gra&ccedil;as aos dez padr&otilde;es madeirados exclusivos, o Aquaclic&reg; Piso Premium &eacute; extremamente vers&aacute;til, com in&uacute;meras vantagens de uso e instala&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida, o que o torna uma excelente op&ccedil;&atilde;o para os empreendimentos atuais das grandes incorporadoras. Por n&atilde;o utilizar ferramentas especiais, colas e adesivos na coloca&ccedil;&atilde;o, o piso vin&iacute;lico &eacute; tamb&eacute;m recomendado para reformas, pois pode ser aplicado sobre pisos j&aacute; existentes. Isso tudo devido a uma tecnologia exclusiva de encaixe, o Uniclic&reg;&rdquo;, orienta. <br /><br />O desafio foi tamb&eacute;m criar um produto que aumenta o isolamento ac&uacute;stico para ser usado em todo o projeto. Por resistir &agrave; umidade, o Aquaclic&reg;Piso Premium pode revestir, em apartamentos e casas, do lavabo at&eacute; a lavanderia, com a vantagem de ter o acabamento similar ao da madeira natural. E por ter uma tela de fibra de vidro em sua estrutura, oferece estabilidade dimensional e estrutural ao piso, evitando rupturas.<br /><br />Como a cadeia produtiva da constru&ccedil;&atilde;o civil tem papel decisivo na inova&ccedil;&atilde;o de materiais cujo uso privilegie o ambientalmente correto, uma das caracter&iacute;sticas do Aquaclic&reg; Piso Premium &eacute; ser ecofriendly, desde a produ&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o utiliza madeira na composi&ccedil;&atilde;o das l&acirc;minas e a poss&iacute;vel reciclagem ap&oacute;s o descarte.<br /><br />Portanto, com Aquaclic&reg; Piso Premium, a Formica&reg; pretende repetir o sucesso da sua bem-sucedida trajet&oacute;ria tamb&eacute;m no segmento de revestimento para pisos, garantindo ao consumidor garantia de qualidade. Projetado para o lan&ccedil;amento do produto e para esclarecer as principais d&uacute;vidas dos consumidores, o site </font><a href="http://www.aquaclic.com.br"><font size="2">www.aquaclic.com.br</font></a><font size="2"> traz a cartela de padr&otilde;es, o passo a passo de instala&ccedil;&atilde;o e todas as vantagens do piso pela sua maior resist&ecirc;ncia.<br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o original Segs.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1464]]></link>
			<pubDate>Mon, 14 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1448]]></guid>
			<title>As 10 maiores construtoras do País em 2011, segundo o ITC</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">As 10 maiores construtoras do Pa&iacute;s em 2011, segundo o ITC</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 364px; HEIGHT: 274px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/09.04.12_-_As_10_maiores_construtoras_do_Pa_s_em_2011_segundo_o_ITC.jpg" width="413" height="310" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">O ITC, uma das consultorias mais tradicionais em fornecimento de dados para o setor de constru&ccedil;&atilde;o, divulgou em mar&ccedil;o o balan&ccedil;o das companhias que mais constru&iacute;ram por metro quadrado no Pa&iacute;s durante 2011.</font></p>
            <p><font size="2">O 8&ordm; Ranking ITC das 100 maiores da Constru&ccedil;&atilde;o engloba tanto construtoras que atuam nos segmentos comercial, residencial e ind&uacute;stria, e traz como grande ganhadora deste ano a Gafisa (no ano de 2010, a vencedora havia sido a mineira MRV). <br /><br /><strong>1&ordm; lugar: Gafisa</strong><br />Total de obras: 296<br />&Aacute;rea Total constru&iacute;da: 7,118 milh&otilde;es de metros quadrados<br />A construtora Gafisa, que recentemente negou a oferta de compra do fundo pela GP Investimentos e Equity Internacional, foi a que mais construiu, segundo o ranking. A companhia tamb&eacute;m foi vencedora da categoria &quot;Residencial S&atilde;o Paulo&quot;, sendo a construtora com o maior n&uacute;mero de metros quadrados construidos no estado de S&atilde;o Paulo.<br /><br />&ldquo;Comemoramos, em 2011, o maior volume de entregas da nossa hist&oacute;ria, com mais de 23 mil unidades das nossas tr&ecirc;s marcas &ndash; Gafisa, Tenda e AlphaVille - em todo o Pa&iacute;s. Sem d&uacute;vidas, um m&eacute;rito do nosso comprometido time de obras&rdquo;, diz Du&iacute;lio Calciolari, CEO do Grupo Gafisa.<br /><br /><strong>2&ordm; lugar: MRV</strong><br />Total de obras: 448<br />&Aacute;rea Total constru&iacute;da: 6,171 milh&otilde;es de metros quadrados<br />A construtora mineira MRV, que liderou o ranking de 2010, ficou em segundo lugar em 2011 &ndash; liderou em n&uacute;mero de obras realizadas, mas construiu menos em metros quadrados que a concorrente Gafisa.<br /><br />Principal parceira da Caixa Econ&ocirc;mica Federal no programa Minha Casa, Minha Vida, a MRV atingiu 4,322 bilh&otilde;es de reais em vendas contratadas em 2011. Para 2012, a companhia conta com crescimento e anunciou a meta de vendas entre R$ 4,5 bilh&otilde;es e R$ 5,5 bilh&otilde;es, com margem Ebitda de 24% a 28%.<br /><br /><strong>3&ordm; lugar: Cyrela<br /></strong>Total de obras: 113<br />&Aacute;rea Total constru&iacute;da: 4,900 milh&otilde;es de metros quadrados<br />A incorporadora Cyrela Brazil Realty fez lan&ccedil;amentos de 7,9 bilh&otilde;es de reais em 2011, o equivalente a 104% do piso da faixa estimada pela companhia para o ano. As vendas contratadas totais foram de 6,5 bilh&otilde;es de reais no ano passado e de 2,4 bilh&otilde;es de reais de outubro a dezembro.<br /><br />Depois de reduzir o n&uacute;mero de lan&ccedil;amentos no ano passado, e tamb&eacute;m de parceiros que cuidavam de obras, especialmente nas regi&otilde;es Norte, Nordeste e Centro-Oeste do pa&iacute;s, a construtora e incorporadora prev&ecirc; vendas na faixa entre 6,9 bilh&otilde;es e 8 bilh&otilde;es de reais em 2012, contra meta anterior de 8 bilh&otilde;es a 8,9 bilh&otilde;es de reais. <br /><br /><strong>4&ordm; lugar: Brookfield</strong><br />Total de obras: 119<br />&Aacute;rea Total constru&iacute;da: 4,855 milh&otilde;es de metros quadrados<br />O quarto lugar &eacute; ocupado no ranking pela construtora Brookfield, com uma &aacute;rea total constru&iacute;da de 4.855.149,33 metros quadrados, segundo o ITC. Assim como a Cyrela, a companhia reduziu a estimativa de lan&ccedil;amentos para 2011, em meados do ano, de entre 4,75 bilh&otilde;es de reais e 5,25 bilh&otilde;es de reais para o intervalo de 4 bilh&otilde;es de reais a 4,2 bilh&otilde;es de reais no per&iacute;odo. Para este 2012, a estimativa &eacute; de a companhia lan&ccedil;ar entre 4 bilh&otilde;es de reais a 4,4 bilh&otilde;es de reais. <br /><br /><strong>5&ordm; lugar: PDG</strong><br />Total de obras: 219<br />&Aacute;rea Total constru&iacute;da: 3,793 milh&otilde;es de metros quadrados<br />A construtora PDG previa que os lan&ccedil;amentos ficassem entre 9 e 10 bilh&otilde;es de reais no ano passado e, at&eacute; dezembro de 2011, lan&ccedil;ou 9,008 bilh&otilde;es de reais em im&oacute;veis no ano passado. <br />O resultado &eacute; 28,6% maior que os 7,005 bilh&otilde;es de reais lan&ccedil;ados em 2010. J&aacute; em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s vendas, a PDG somou 7,481 bilh&otilde;es de reais no ano &ndash; uma cifra 14,7% maior que a de 2010.<br /><br />Para 2012, a construtora foi uma das poucas a divulgar o guidance do ano, estipulado entre 9,0 bilh&otilde;es e 11 bilh&otilde;es de reais de volume geral de vendas. Divulgar a meta de lan&ccedil;amentos &eacute; um dos motivos que levou a empresa a ser apontada como queridinha dos analistas, apesar de seus trope&ccedil;os. <br /><br /><strong>6&ordm; lugar: Rodobens</strong><br />Total de obras: 188<br />&Aacute;rea Total constru&iacute;da: 3,613 milh&otilde;es de metros quadrados<br />Focada na venda de im&oacute;veis de baixa renda, a Rodobens ocupa o sexto lugar no ranking do ITC, ao mesmo em que apresenta alguns dos piores resultados de sua hist&oacute;ria na bolsa. Em 2011, as a&ccedil;&otilde;es ordin&aacute;rias da Rodobens registram uma desvaloriza&ccedil;&atilde;o de 33%, enquanto o &iacute;ndice que mede o desempenho do setor imobili&aacute;rio na bolsa, o IMOB, cai 22%.<br /><br />Um dos principais pontos a serem tratados pela companhia durante este ano, assim como no ano passado, &eacute; a redu&ccedil;&atilde;o do endividamento. Os esfor&ccedil;os nesse sentido fizeram com que a Rodobens reduzisse os lan&ccedil;amentos, buscando ajustar o ritmo de obras aos valores contratados, al&eacute;m de outras medidas citadas pela companhia. <br /><br /><strong>7&ordm; lugar: Even</strong><br />Total de obras: 88<br />&Aacute;rea Total constru&iacute;da: 2,926 milh&otilde;es de metros quadrados<br />No s&eacute;timo lugar, a construtora Even aparece com o total de 88 obras conclu&iacute;das em um total de 2,926 milh&otilde;es de metros quadrados constru&iacute;dos em 2011. No ano passado, a empresa figurou tamb&eacute;m como uma das mais lucrativas das Am&eacute;ricas em 2010, segundo a Econom&aacute;tica, com ganhos de 151,5 milh&otilde;es de d&oacute;lares.&nbsp; <br /><br /><strong>8&ordm; lugar: Direcional</strong><br />Total de obras: 88<br />&Aacute;rea Total constru&iacute;da: 2,926 milh&otilde;es de metros quadrados<br />Fundada em 1981, a Direcional Engenharia entrou no mercado imobili&aacute;rio de baixa renda em 2006 e hoje &eacute; uma das principais incorporadoras a atuar no segmento popular - apesar de contar com projetos tamb&eacute;m para a classe m&eacute;dia e m&eacute;dia-alta.<br />A companhia encerrou 2011 com um crescimento de 19% nas vendas contratadas, alcan&ccedil;ando 1,234 bilh&atilde;o de reais. J&aacute; o volume de lan&ccedil;amentos alcan&ccedil;ou 1,447 bilh&atilde;o de reais, resultado 35,7% maior que o de 2010. Terminou o ano ocupando o oitavo lugar do ranking do ITC. <br /><br /><strong>9&ordm; lugar: Plaenge</strong><br />Total de obras: 178<br />&Aacute;rea Total constru&iacute;da: 1,947 milh&otilde;es de metros quadrados<br />A construtora paranaense Plaenge Empreendimentos ficou com o oitavo lugar no ranking do ITC de 2011, com 178 obras sendo feitas no per&iacute;odo e exatos 1.947.524,29 metros quadrados constru&iacute;dos &ndash; resultado &agrave; frente de outras construtoras tradicionais no setor, como Rossi, Tecnisa e WTorre. <br /><br /><strong>10&ordm; lugar: Toledo Ferrari</strong><br />Total de obras: 30<br />&Aacute;rea Total constru&iacute;da: 1,643 milh&otilde;es de metros quadrados<br />O que o d&eacute;cimo lugar da lista do ITC e o cantor Roberto Carlos tem em comum? F&aacute;cil responder se voc&ecirc; se lembrar da estreia do cantor Roberto Carlos no ramo da constru&ccedil;&atilde;o civil, em sociedade com seu empres&aacute;rio, Dody Sirena, e com o investidor Ubirajara Guimar&atilde;es, fechada em 2010. Na &eacute;poca, o cantor abriu a Emo&ccedil;&otilde;es Incorporadora para construir, em parceria com a Toledo Ferrari Construtora e Incorporadora e a AAM Incorporadora, um edif&iacute;cio no bairro paulistano do Itaim Bibi, com apartamentos residenciais e unidades de escrit&oacute;rio para classe AAA.<br /><br />Al&eacute;m da Emo&ccedil;&otilde;es Empreendimentos, a companhia investe em parcerias com Camargo Correa, Helbor e Setin Empreendimentos, entre outras empresas, para a constru&ccedil;&atilde;o de empreendimentos comerciais e resid&ecirc;ncias de m&eacute;dio e alto padr&atilde;o, que totalizam um Valor Geral de Vendas (VGV) superior a 8 bilh&otilde;es de reais.&nbsp; <br /><br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana"><em><font size="2" face="Arial">Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Revista Exame.</font><font face="Verdana"></font></em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1448]]></link>
			<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1451]]></guid>
			<title>Beleza e praticidade abaixo dos pés</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Beleza e praticidade abaixo dos p&eacute;s</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 390px; HEIGHT: 278px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/06.04.12_-_Beleza_e_praticidade_abaixo_dos_p_s.jpg" width="400" height="285" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">Na hora de decorar um ambiente, seja residencial ou corporativo, v&aacute;rios fatores importantes devem ser levados em conta, como pintura, ilumina&ccedil;&atilde;o, adornos e m&oacute;veis. Os pisos, em especial, merecem toda aten&ccedil;&atilde;o, pois definem o estilo e a utilidade do ambiente. Segundo a engenheira e especialista em decora&ccedil;&atilde;o, Izabel Souki, &eacute; muito importante levar em considera&ccedil;&atilde;o a caracter&iacute;stica do im&oacute;vel para adequar o tipo de piso. &ldquo;Assim &eacute; poss&iacute;vel conciliar o revestimento certo para &aacute;reas mais &uacute;midas, que sujam com mais facilidade, &aacute;reas externas, dentre outros&rdquo;, completa.<br /><br />Entre os pisos mais requisitados na decora&ccedil;&atilde;o, Izabel destaca as tend&ecirc;ncias do mercado, como o m&aacute;rmore, escolhido por aqueles que desejam alto padr&atilde;o com efeito elegante. No entanto, a decoradora explica que quem opta por esta pedra precisa ter aten&ccedil;&atilde;o redobrada com os cuidados, como manuten&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s em tr&ecirc;s anos fazendo polimento e impermeabiliza&ccedil;&atilde;o. <br />&ldquo;&Eacute; necess&aacute;rio ficar atento tamb&eacute;m com a porosidade, uma vez que ele absorve l&iacute;quido facilmente e tende a manchar&rdquo;, acrescenta. Izabel recomenda o uso desse piso em salas e escadas de resid&ecirc;ncias e escrit&oacute;rios. Outro tipo de piso muito utilizado em im&oacute;veis residenciais &eacute; o porcelanato, bastante pr&aacute;tico para limpeza. &ldquo;A escolha requer crit&eacute;rios, porque existe uma quantidade muito grande de tipos oferecidos no mercado, sendo que alguns s&atilde;o de baixa qualidade&rdquo;, informa. <br /><br />No ambiente dos quartos, Izabel destaca o uso de madeira, que proporciona sensa&ccedil;&atilde;o de calor e de aconchego ideais para essas &aacute;reas. Para quem ainda possui t&aacute;bua corrida, ela recomenda que mantenha e sinteque o piso. &ldquo;Como a madeira est&aacute; restrita na decora&ccedil;&atilde;o, im&oacute;veis que possuem t&aacute;bua corrida s&atilde;o mais valorizados no mercado e considerados produtos nobres&rdquo;.<br /><br />Na cozinha, a indica&ccedil;&atilde;o da decoradora &eacute; o granito, piso de f&aacute;cil limpeza e pouca porosidade. O granito preto tamb&eacute;m &eacute; recomendado porque traz requinte e n&atilde;o deixa as sujeirinhas &agrave; mostra. Nos banheiros, al&eacute;m do granito, Izabel sugere tamb&eacute;m as pedras artificiais, como o silestone, marmoglass e corean, por n&atilde;o serem porosas e apresentarem uma varia&ccedil;&atilde;o de cores e brilhos n&atilde;o encontrada nas pedras naturais. <br /><br />Nas &aacute;reas externas, n&atilde;o s&atilde;o indicados pisos que esquentem ou esfriem demais. &ldquo;Neste caso, &eacute; recomendado o uso de pisos t&eacute;rmicos e antiderrapantes, como a pedra S&atilde;o Tom&eacute;, e como uma op&ccedil;&atilde;o mais requintada o m&aacute;rmore travertino bruto. Se a &aacute;rea for muito grande, pode ser usada grama juntamente com o revestimento de pedra. A ilumina&ccedil;&atilde;o nos pisos externos tamb&eacute;m &eacute; interessante e possibilita resultados incr&iacute;veis. O uso de deck de madeira na &aacute;rea da piscina igualmente ajuda a compor um ambiente mais sofisticado e agrad&aacute;vel&rdquo;. <br /><br /><strong>Ambiente Corporativo</strong><br /><br />Para o ambiente empresarial, Izabel aconselha o uso de carpete de madeira ou piso emborrachado. Esses materiais s&atilde;o bonitos porque trazem uma imita&ccedil;&atilde;o de madeira e, ainda, agregam v&aacute;rios benef&iacute;cios: facilidade na limpeza, coloca&ccedil;&atilde;o por cima de outros pisos - exceto carpete, aplica&ccedil;&atilde;o r&aacute;pida, durabilidade e custo benef&iacute;cio interessante quando aplicados em grandes &aacute;reas.&nbsp;&nbsp;&nbsp; <br /><br />A especialista faz, ainda, um alerta para quem est&aacute; pensando em modificar o piso do escrit&oacute;rio ou da resid&ecirc;ncia. &rdquo;&Eacute; imprescind&iacute;vel verificar o desn&iacute;vel antes da mudan&ccedil;a entre pisos finos ou espessos. Neste caso, &eacute; indicado o acompanhamento de um profissional especializado em obras e projetos para analisar o desn&iacute;vel e corrigi-lo antes da coloca&ccedil;&atilde;o do novo revestimento&rdquo;, finaliza.<br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1451]]></link>
			<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1439]]></guid>
			<title>Casa de contêiner custa entre R$ 1.100 e R$ 3.000 por metro quadrado</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Casa de cont&ecirc;iner custa entre R$ 1.100 e R$ 3.000 por metro quadrado</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/25.04.12_-_Casa_de_cont_iner_custa_entre_R.jpg" width="400" height="265" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">A cidade de Balsa Nova (PR), a 50 km de Curitiba e pr&oacute;xima do rio (n&atilde;o do mar), foi o lugar escolhido pela professora de ioga Domicela Stanczyk para montar sua casa feita de cont&ecirc;iner --uma tend&ecirc;ncia que est&aacute; engatinhando no Brasil e que vem sendo cada vez mais explorada por empresas de regi&otilde;es portu&aacute;rias no pa&iacute;s.<br /><br />A professora teve a ideia h&aacute; um ano durante uma viagem, quando passava por uma estrada entre as cidades de Las Vegas, que fica em meio ao deserto, e San Francisco, nos Estados Unidos, onde &eacute; encontrada uma maior quantidade de casas desse tipo.<br /><br />A resid&ecirc;ncia de Domicela tem 30 m&sup2; e foi feita a partir de um &uacute;nico cont&ecirc;iner mar&iacute;timo de 40 p&eacute;s. Segundo ela, a casa custou R$ 65 mil, incluindo as mob&iacute;lias de sala, cozinha, quartos e banheiros, e levou 60 dias para ser erguida. &quot;&Eacute; uma constru&ccedil;&atilde;o limpa e r&aacute;pida&quot;.<br /><br /><strong>Estrutura</strong><br /><br />O empres&aacute;rio Shemuel Shoel, do grupo IRS, conta que cerca de 70% da casa &eacute; montada dentro da empresa e 30% no terreno do cliente. &quot;A gente faz a instala&ccedil;&atilde;o hidr&aacute;ulica e el&eacute;trica no nosso p&aacute;tio, antes da entrega. Quando chegamos ao terreno, h&aacute; pouco a ser feito. &Eacute; parecido com um bloco de montar&quot;.<br /><br />Ele conta que os cont&ecirc;ineres s&atilde;o transportados por caminh&atilde;o, e as instala&ccedil;&otilde;es ficam ocultas em paredes de dry-wall ou outros materiais de revestimento, e que &eacute; poss&iacute;vel construir sobrados e fazer varandas com esse material.<br /><br />A constru&ccedil;&atilde;o de uma resid&ecirc;ncia varia de R$ 1.100 e R$ 3.000 por metro quadrado e o projeto arquitet&ocirc;nico custa, em m&eacute;dia, R$ 65 por m&sup2;. Por n&atilde;o ser necess&aacute;rio fazer funda&ccedil;&otilde;es do mesmo tipo das casas de alvenaria, essas moradias custam de 20% a 30% menos que uma casa de tijolos e cimento.<br /><br /><strong>Diversidade</strong><br /><br />A arquiteta L&iacute;via Ferraro explica que h&aacute; pelo menos dois tipos de cont&ecirc;ineres usados na montagem de casas. O primeiro &eacute; o container mar&iacute;timo mais comum, feito de a&ccedil;o corten, muito resistente &agrave; corros&atilde;o. Nesse caso, &eacute; necess&aacute;rio fazer um isolamento t&eacute;rmico e ac&uacute;stico para que haja conforto equivalente ao de uma casa comum. Normalmente, usa-se uma tinta especial externa, que reduz a absor&ccedil;&atilde;o do calor, e materiais como l&atilde; de vidro e similares para manter a temperatura interna.<br /><br />O segundo tipo de cont&ecirc;iner citado por L&iacute;via &eacute; o &quot;reefer&quot;, que tem um isolamento original de poliuretano e &eacute; usado para transporte de carga congelada. &quot;&Eacute; o dobro do pre&ccedil;o do outro, mas oferece melhor custo-benef&iacute;cio&quot;, compara.<br /><br /><strong>Conforto</strong><br /><br />H&aacute; outros fatores que influenciam no conforto da casa. Danilo Corbas, arquiteto que projetou a casa de Domicela e sua pr&oacute;pria morada feita de cont&ecirc;iner em plena Granja Viana, na zona oeste da capital paulista, explica que, antes dos isolantes t&eacute;rmicos, deve-se dar import&acirc;ncia ao posicionamento dos c&ocirc;modos em rela&ccedil;&atilde;o ao sol, regime de ventos e ventila&ccedil;&atilde;o cruzada --e presen&ccedil;a de &aacute;rvores e vegeta&ccedil;&atilde;o.<br /><br />Foi o caso da casa de Domicela. &quot;N&atilde;o quis ter ar condicionado. Meu interesse era ter uma casa de campo, com contato com a natureza. Por isso, n&atilde;o quis nada artificial&quot;.<br /><br />H&aacute; diversas op&ccedil;&otilde;es de revestimentos internos e externos. &quot;Quem n&atilde;o gosta da est&eacute;tica industrial do cont&ecirc;iner procura t&eacute;cnicas construtivas propondo revestimentos que escondam aquele aspecto ondulado&quot;, diz Corbas.<br /><br /><strong>Perfil<br /></strong><br />Segundo Corbas, o perfil dos moradores desse tipo de casa s&atilde;o pessoas que t&ecirc;m condi&ccedil;&otilde;es de consumir um design diferenciado. &quot;Fot&oacute;grafos, publicit&aacute;rios, alguns jornalistas, artistas pl&aacute;sticos e pessoas interessadas em sustentabilidade&quot;, enumera. H&aacute; ainda quem est&aacute; mais interessado na economia que esse tipo de constru&ccedil;&atilde;o pode gerar.<br /><br />Assim como a professora de ioga, grande parte das casas de cont&ecirc;iners s&atilde;o projetos constru&iacute;dos para veraneio, na praia ou no campo, segundo Shoel. &quot;A m&eacute;dia dos nossos projetos (para uso residencial) varia entre 120 m&sup2; e 150 m&sup2;&quot;. Ele conta que h&aacute; projetos no interior de S&atilde;o Paulo, Goi&acirc;nia e Rio de Janeiro.<br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Folha.com.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1439]]></link>
			<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1443]]></guid>
			<title>Empreendedor lucra com serviços na onda do boom imobiliário</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Empreendedor lucra com servi&ccedil;os na onda do boom imobili&aacute;rio</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 353px; HEIGHT: 254px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/25.04.12_-_Empreendedor_lucra_com_servi_os_na_onda_do_boom_imobili_rio.jpg" width="413" height="311" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">Segundo o Global Property Index, site voltado para investidores imobili&aacute;rios, o crescimento no pre&ccedil;o m&eacute;dio dos im&oacute;veis no Brasil foi de 28,79% de 2010 para 2011. Some-se a isso o maior vigor do setor de constru&ccedil;&otilde;es e fica claro que o boom imobili&aacute;rio brasileiro &eacute; acompanhado tamb&eacute;m de oportunidades para quem oferece servi&ccedil;os nas regi&otilde;es beneficiadas. <br /><br />Segundo dados do Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o (Secovi), at&eacute; dezembro de 2011 foram lan&ccedil;ados 38.199 novos empreendimentos somente na cidade de S&atilde;o Paulo. Significa um crescimento de cerca de 40% em compara&ccedil;&atilde;o com 2004 - isso mesmo com uma ligeira desacelera&ccedil;&atilde;o na compara&ccedil;&atilde;o com 2010. <br /><br />Guilherme Bechara, empreendedor de Nova Friburgo/RJ, aposta no potencial dos novos conjuntos habitacionais. Em 2011, sua fam&iacute;lia j&aacute; era propriet&aacute;ria de uma companhia de limpeza terceirizada que emprega mais de 200 funcion&aacute;rios. Observando os condom&iacute;nios nos quais a empresa atuava, viu que tamb&eacute;m seria interessante prestar servi&ccedil;os de jardinagem a seus clientes. <br /><br />Sem conhecimento na &aacute;rea, a empresa decidiu buscar uma franquia com essa expertise, a Eco Jardim. &quot;Sem experi&ecirc;ncia, n&atilde;o poder&iacute;amos abra&ccedil;ar um mercado forte&quot;, conta. Hoje, a empresa de jardinagem j&aacute; trabalha completamente desvencilhada da de limpeza e presta servi&ccedil;os para clientes que v&atilde;o de condom&iacute;nios a ch&aacute;caras e s&iacute;tios. &quot;&Eacute; um servi&ccedil;o para o mercado AAA, n&atilde;o o B e o C&quot;, explica Bechara. O empres&aacute;rio possui duas unidades da Eco Jardim no Estado do Rio de Janeiro, uma em Niter&oacute;i e outra em Nova Friburgo. <br /><br />Na hora de escolher a franquia, um diferencial que o atraiu foi o fato de a Eco Jardim possuir uma linha pr&oacute;pria de produtos org&acirc;nicos. Segundo ele, a maioria das franquias da &aacute;rea trabalha com produtos qu&iacute;micos que podem afetar crian&ccedil;as pequenas e, pincipalmente, pets. &quot;Em 90% das resid&ecirc;ncias h&aacute; crian&ccedil;as e animais dom&eacute;sticos. Para n&oacute;s isso n&atilde;o &eacute; problema&quot;. De acordo com ele, a marca se diferencia no mercado e ganha pontos ao demonstrar que &eacute; capaz de ter cuidados adicionais com os clientes. <br /><br />Alexandre Silva, diretor comercial e um dos fundadores da franquia, concorda. &quot;Se aplicamos um produto qu&iacute;mico no jardim, temos que prender o cachorro da fam&iacute;lia por quatro horas. Se ele entra em contato com o produto, pode passar mal. Com os org&acirc;nicos isso n&atilde;o acontece. Mesmo se o franqueado errar a dosagem, ele n&atilde;o mata nem uma planta&quot;. <br /><br /><strong>Suporte</strong> <br /><br />Outro diferencial que Bechara destaca &eacute; o suporte que a franquia oferece. &quot;Em nenhuma outra enxerguei esse tipo de apoio, com bi&oacute;logos, agr&ocirc;nomos e suporte administrativo&quot;. Ele cita tamb&eacute;m o material de marketing. &quot;Em Nova Friburgo, uma cidade pequena, a comunica&ccedil;&atilde;o foi mais r&aacute;pida. J&aacute; em Niter&oacute;i &eacute; preciso ter mais paci&ecirc;ncia para esperar o resultado.&quot; <br /><br />Silva conta que antes de se franquear, em 2011, a Eco Jardim atuou por treze anos como loja independente em Porto Ferreira/SP. Ap&oacute;s anos recebendo propostas de parceria de viajantes de outras cidades do Pa&iacute;s, decidiu formatar o conhecimento da loja para o modelo de franquia. <br />Hoje, conta com 40 pontos em nove estados, com expectativa de expans&atilde;o de 15% no pr&oacute;ximo ano - principalmente nas regi&otilde;es Sudeste e Centro-Oeste. <br /><br />Pelo investimento inicial baixo, de apenas R$ 12,5 mil, e por contar com suporte t&eacute;cnico, a franquia tamb&eacute;m atrai jardineiros de primeira viagem. &quot;A empresa &eacute; um ve&iacute;culo com todas as ferramentas exigidas, mais notebook e celular. A parte administrativa, toda a parte financeira, de compras e prospec&ccedil;&atilde;o de clientes est&aacute; guardada a&iacute;&quot;, resume Silva.<br /><br />A franqueadora oferece tanto um curso presencial quanto outro &agrave; dist&acirc;ncia sobre o ramo da jardinagem, al&eacute;m de apoio administrativo. Silva afirma que os quadros t&eacute;cnicos da empresa realizam visitas regulares aos franqueados. &quot;Depois de um m&ecirc;s de franquia, j&aacute; tive uma visita do dono da marca e do gerente comercial&quot;, confirma Bechara. Ele julga o apoio importante para um caso como o dele, que n&atilde;o tinha conhecimento sobre jardinagem. &quot;Vi uma oportunidade de mercado e, mesmo sendo leigo, pude atuar na &aacute;rea&quot;, diz. <br /><br />Ele conta com um jardineiro fixo apenas e est&aacute; em sintonia com a m&eacute;dia de uma microfranquia, que &eacute; de dois funcion&aacute;rios, contratando tempor&aacute;rios dependendo do n&iacute;vel de trabalho. O lucro varia de R$ 2 mil a R$ 4 mil por m&ecirc;s. <br /><br />Em casos de trabalhos maiores ou mais complexos, a franqueadora manda uma equipe para auxiliar os parceiros. &quot;Em Bras&iacute;lia, um franqueado come&ccedil;ou a fazer a manuten&ccedil;&atilde;o dos gramados do Minist&eacute;rio da Aeron&aacute;utica e estava inseguro com aquilo. Isso mereceu um acompanhamento de perto&quot;, explica Silva. <br /><br /><strong>Possibilidades do mercado</strong> <br /><br />&quot;Hoje, existem condom&iacute;nios com 600, 700 casas&quot;, diz Bechara. Para ele, n&atilde;o s&oacute; a &aacute;rea comum desses empreendimentos s&atilde;o &oacute;timas oportunidades de neg&oacute;cios como tamb&eacute;m os jardins particulares. Ele diz que, uma vez prestando servi&ccedil;o para um cond&ocirc;mino, se torna muito mais f&aacute;cil chegar aos outros clientes potenciais. <br /><br />Bechara conta tamb&eacute;m que, para n&atilde;o perder o investimento inicial em paisagismo, os s&iacute;ndicos de condom&iacute;nios t&ecirc;m observado a necessidade de um servi&ccedil;o espec&iacute;fico que v&aacute; al&eacute;m dos cuidados que funcion&aacute;rios regulares podem oferecer. &quot;Houve um condom&iacute;nio em Niter&oacute;i, que gastou R$ 12 mil inicialmente em seu jardim e que j&aacute; investiu mais R$ 12 mil para reestrutur&aacute;-lo. Para n&atilde;o perder o investimento, eles t&ecirc;m de fazer a manuten&ccedil;&atilde;o&quot;, explica. <br /><br />Em muitos casos, o jardim &eacute; feito precariamente pela construtora e come&ccedil;a a se deteriorar em pouco tempo, o que gera a necessidade de uma reestrutura&ccedil;&atilde;o. &quot;J&aacute; pegamos casos de jardins at&eacute; com entulho&quot;, conta. <br /><br />Silva explica que muitos franqueados t&ecirc;m sido contratados tamb&eacute;m para colocar em pr&aacute;tica projetos paisag&iacute;sticos de construtoras. A empresa &eacute; preparada para atender a apartamentos, onde predominam os jardins internos e plantas de varandas, que sofrem mais com ventos e pragas. Al&eacute;m disso, mesmo revendedoras de im&oacute;veis v&ecirc;m procurando os servi&ccedil;os das franquias para valorizar casas e apartamentos dispon&iacute;veis.<br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Terra.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1443]]></link>
			<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1444]]></guid>
			<title>Brookfield Incorporações constrói seu primeiro barracão ecológico no RJ</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Brookfield Incorpora&ccedil;&otilde;es constr&oacute;i seu primeiro barrac&atilde;o ecol&oacute;gico no RJ</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 389px; HEIGHT: 252px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/05.04.12_-_Brookfield_Incorpora_es_constr_i_seu_primeiro_barrac_o_ecol_gico_no_Rio.jpg" width="406" height="265" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">A Brookfield Incorpora&ccedil;&otilde;es acaba de construir seu primeiro barrac&atilde;o ecol&oacute;gico no Rio de Janeiro.&nbsp; A iniciativa, ainda pouco comum no mercado imobili&aacute;rio, &eacute; mais um esfor&ccedil;o da empresa em estimular na sua opera&ccedil;&atilde;o o consumo consciente dos recursos naturais. <br /><br />O local escolhido foi a obra do empreendimento Brookfield Place, na Barra da Tijuca. &Agrave; primeira vista, o barrac&atilde;o pode parecer como outro qualquer, mas alguns itens ali destacam a raz&atilde;o pela qual ele &eacute; diferente. A come&ccedil;ar pela decis&atilde;o de montar um barrac&atilde;o que fosse utilizado durante a constru&ccedil;&atilde;o das primeiras fases do&nbsp; empreendimento. &ldquo;Nossa maior motiva&ccedil;&atilde;o foi experimentar recursos alternativos que pudessem ser replicados em outros canteiros. Assim podemos manter os par&acirc;metros de sustentabilidade da empresa e gerar economia&rdquo;,&nbsp; afirma o engenheiro e diretor de obras, Carlos &Eacute;den.<br /><br />Al&eacute;m de espa&ccedil;o para biciclet&aacute;rio dos oper&aacute;rios e a utiliza&ccedil;&atilde;o de l&acirc;mpadas fluorescentes e compactas, o espa&ccedil;o tira partido de placas de energia solar para o aquecimento da &aacute;gua de alguns chuveiros do banheiro dos oper&aacute;rios. No escrit&oacute;rio, refeit&oacute;rio, almoxarifado, sanit&aacute;rios e vesti&aacute;rios,&nbsp; as telhas utilizadas nas depend&ecirc;ncias s&atilde;o de fibra vegetal que n&atilde;o ret&ecirc;m o calor e telhas transl&uacute;cidas que iluminam naturalmente o ambiente. <br /><br />Entre as iniciativas adotadas na concep&ccedil;&atilde;o est&atilde;o ainda o acionamento autom&aacute;tico dos chuveiros e v&aacute;lvulas dos mict&oacute;rios, para controle de fluxo de &aacute;gua, e ainda o reaproveitamento da &aacute;gua proveniente dos lavat&oacute;rios, chuveiros e da at&eacute; mesmo da chuva, por meio de calhas de capta&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua pluvial para uso nos vasos sanit&aacute;rios. &ldquo;No total, estima-se uma economia de 20% a 30% do consumo de energia el&eacute;trica e &aacute;gua pot&aacute;vel da &aacute;rea de viv&ecirc;ncia da obra&rdquo;, afirma &Eacute;den. A expectativa &eacute; que o modelo se repita em outros barrac&otilde;es Brasil afora. <br /><br />A iniciativa reflete o esfor&ccedil;o da Brookfield para causar o m&iacute;nimo de impacto poss&iacute;vel. Nesse sentido, a empresa tamb&eacute;m desenvolve&nbsp; projetos atrav&eacute;s do Instituto Brookfield - organiza&ccedil;&atilde;o sem fins lucrativos mantida pela empresa. Em seu escopo de atua&ccedil;&atilde;o est&atilde;o iniciativas ligadas &agrave; conserva&ccedil;&atilde;o ambiental, inclus&atilde;o social e o desenvolvimento sustent&aacute;vel nas regi&otilde;es onde a empresa est&aacute; presente.<br /><br />Entre os projetos que o Instituto apoia e desenvolve est&atilde;o:<br /><br />Programa Escola Amiga&nbsp; da Terra&nbsp; - Esse programa foi desenvolvido pelo Instituto Brookfield para construir um trabalho aprofundado e participativo de Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental com as escolas da rede p&uacute;blica. J&aacute; s&atilde;o cinco anos trabalhando na forma&ccedil;&atilde;o e constru&ccedil;&atilde;o de conhecimentos com comunidades escolares, em parceria com a Secretaria de Educa&ccedil;&atilde;o de Santana de Parna&iacute;ba (SP).<br /><br />Programa Estrela Dalva - O&nbsp; Programa conta com o apoio da Brookfield Incorpora&ccedil;&otilde;es desde 2007. Seu objetivo &eacute; proporcionar a crian&ccedil;as e adolescentes superdotados de comunidades carentes o acesso &agrave;s melhores escolas p&uacute;blicas do Rio de Janeiro.<br /><br />Avemare - Desde 2006 o Instituto Brookfield apoia a Cooperativa de Trabalho de Catadores de Materiais Recicl&aacute;veis da Vila Esperan&ccedil;a (AVEMARE) na expans&atilde;o do programa de coleta seletiva do munic&iacute;pio de Santana de Parna&iacute;ba (SP). Hoje o foco desta parceria &eacute; a capacita&ccedil;&atilde;o do Grupo de Educa&ccedil;&atilde;o Ambiental (GEA) da cooperativa, que &eacute; respons&aacute;vel pelas campanhas de conscientiza&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o.<br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1444]]></link>
			<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1434]]></guid>
			<title>Bar é construído com materiais de construção reciclados</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Bar &eacute; constru&iacute;do com materiais de constru&ccedil;&atilde;o reciclados</font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 356px; HEIGHT: 268px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/24.04.12_-_Bar_constru_do_com_materiais_de_constru_o_reciclados.jpg" width="378" height="284" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">O Rubi Wine Bar, nos Jardins, em S&atilde;o Paulo, foi criado com a proposta de ser um local aconchegante para curtir bons vinhos e petiscos. A ideia do projeto era focar em ambientes r&uacute;sticos, por isso os materiais da antiga constru&ccedil;&atilde;o foram aproveitados.<br /><br />Inspirado nos pequenos bares de Roma e da regi&atilde;o da Toscana, o casal de empres&aacute;rios de Rio Claro, no interior de S&atilde;o Paulo, Mayra Rovai e Fabricio Andrade decidiu criar o wine bar. A arquiteta Camila Papin desenvolveu um projeto em que aproveitava boa parte dos materiais que restaram da demoli&ccedil;&atilde;o de uma casa de um s&iacute;tio da fam&iacute;lia. De uma forma diferente incluiu-os na execu&ccedil;&atilde;o do bar.<br /><br />Os tijolos e batentes de portas e janelas da demoli&ccedil;&atilde;o foram praticamente todos utilizados, assim como uma r&eacute;gua de madeira de quase 4 metros que estava abandonada na grama a uns metros da casa e foi utilizada para a fachada.<br /><br />As portas e batentes foram reformados e restaurados para colocar na entrada da cozinha e na boqueta, as quais passam os pratos para servir. De acordo com a arquiteta a ideia era que a cozinha parecesse a casinha demolida anteriormente.<br /><br />As outras portas e batentes que sobraram, com a ajuda do marceneiro, foram paginadas e colocadas na fachada, juntamente com caixas de vinho que os donos juntavam dos fornecedores de vinhos. E ainda sobraram madeiras para fazer uma pequena floreira na &aacute;rvore existente na entrada do bar.<br /><br />Da casa demolida, ainda foram utilizados os tijolos, em torno de 300 e em perfeito estado, os quais foram colocados no piso e tamb&eacute;m criaram um ambiente r&uacute;stico na parede atr&aacute;s do bar e na &aacute;rea aonde tem uma cobertura de vidro e telhas do antigo s&iacute;tio.<br /><br />A ilumina&ccedil;&atilde;o foi toda feita com o aproveitamento das garrafas e garraf&otilde;es de vinho que os donos foram juntando com a ajuda dos amigos. Cortaram-se as garrafas e o efeito foi maior que o esperado. Com o forro pintado de cinza, as garrafas diferentes criaram um colorido e junto trouxe um conforto com a ilumina&ccedil;&atilde;o quente proposta. O colorido ambiente ajudou a dar o ar confort&aacute;vel, junto com fotos e imagens das viagens realizadas pelos donos.<br /><br />Al&eacute;m dos materiais aproveitados, foram comprados barris de vinho antigos, que foram restaurados pelos pr&oacute;prios donos, criando bancos e um pequeno lounge na entrada do bar para a comodidade dos clientes que quiserem esperar uma mesa vagar. Tamb&eacute;m uma pequena banheira antiga &eacute; utilizada para gelar as champanhes, em eventos espec&iacute;ficos.<br /><br />Para a arquiteta o resultado do trabalho ultrapassou o almejado e garante que os materiais reutilizados e restaurados foram o que diferenciou o projeto, tanto para os clientes ou para os pr&oacute;prios donos. &ldquo;Foi muito gostoso fazer esse projeto, juntamente com os donos participando, pois todos colocaram a m&atilde;o na massa at&eacute; na demoli&ccedil;&atilde;o da casa do s&iacute;tio da fam&iacute;lia&rdquo;. O plano ficou rico e conseguiram baixar custos em material e ainda ganhar um ambiente r&uacute;stico e simples que tem agradado os clientes.<br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p align="right"><font size="2"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Exame.com.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1434]]></link>
			<pubDate>Mon, 07 May 2012 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1210]]></guid>
			<title>Mansão antiga ganha ares contemporâneos</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Mans&atilde;o antiga ganha ares contempor&acirc;neos<br /></font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 344px; HEIGHT: 217px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/19.04_-_Mans_o_antiga_ganha_ares_contempor_neos.jpg" width="450" height="300" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana">Casa Electrolux</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">Transformar uma antiga mans&atilde;o em um ambiente contempor&acirc;neo, com o compromisso de conservar a hist&oacute;ria do local e privilegiar o DNA da marca Electrolux. Esse foi o desafio do escrit&oacute;rio Katia Perrone Arquitetura &amp; Interiores no desenvolvimento do projeto da Casa Electrolux.</font></p>
            <p><font size="2">Localizada em um edif&iacute;cio de 810 m&sup2;, tombado pelo patrim&ocirc;nio hist&oacute;rico, no Jardim Am&eacute;rica, a casa &eacute; um showroom da marca e faz parte da estrat&eacute;gia de neg&oacute;cios da Electrolux de promover uma experi&ecirc;ncia marcante e completa aos consumidores, que poder&atilde;o conhecer, entender e experimentar cada um dos produtos e lan&ccedil;amentos. </font></p>
            <p><font size="2">O escrit&oacute;rio de arquitetura foi o respons&aacute;vel por diferentes fases do projeto em todos os ambientes - desde a distribui&ccedil;&atilde;o dos espa&ccedil;os, at&eacute; o detalhamento de layout e desenho de todo o mobili&aacute;rio existente. Al&eacute;m disso, coordenou e compatibilizou os projetos de paisagismo e luminot&eacute;cnica realizados pelos escrit&oacute;rios de Marcelo Faisal e Esther Stiller, respectivamente.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</font></p>
            <p><font size="2">&quot;A parceria de dois anos com a Electrolux nos credenciou a executarmos esse trabalho que priorizou o uso de elementos que valorizaram o DNA da marca e o produto&quot;, observa Katia Perrone, respons&aacute;vel pelo projeto.</font></p>
            <p><font size="2">A profissional explica que o DNA da marca est&aacute; refletido em todos os ambientes e detalhes do projeto &ndash; na parede da recep&ccedil;&atilde;o, onde o logo foi aplicado na forma de painel em alto relevo, nos adesivos dos pain&eacute;is de vidros, espelhos e vitrines, e na moldura do totem digital da &aacute;rea externa.</font></p>
            <p><font size="2">O projeto passou por diversas revis&otilde;es para seguir a proposta conceitual da casa e a linguagem da marca, j&aacute; utilizada em outros trabalhos. &quot;Foi um projeto de bastante complexidade, que demandou nove meses de desenvolvimento e seis de implanta&ccedil;&atilde;o&quot;, conta Katia Perrone, ao explicar que as atividades de arquitetura passaram por 10 revis&otilde;es, contabilizando pelo menos 20 layouts diferentes distribu&iacute;dos pelos ambientes.</font></p>
            <p><font size="2">A Casa Electrolux est&aacute; instalada em um antigo edif&iacute;cio remodelado e transformado em uma grande caixa de vidro, com ilumina&ccedil;&atilde;o de LED branco em toda a fachada. A &aacute;rea interna tem paredes espelhadas e cachep&ocirc;s de madeira com vasos de plantas, que aquecem o ambiente predominantemente branco. </font></p>
            <p><font size="2">O projeto foi todo concebido em linhas retas, com o uso predominante do branco, de vidros e espelhos. A utiliza&ccedil;&atilde;o da luz natural tamb&eacute;m foi privilegiado pela constru&ccedil;&atilde;o de clarab&oacute;ias nos dois pavimentos da Casa Conceito. No andar superior, a cobertura existente foi substitu&iacute;da pela clarab&oacute;ia, possibilitando total luminosidade e integra&ccedil;&atilde;o &agrave; &aacute;rea externa, evidenciando a copa das &aacute;rvores.</font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original site Bonde.</em></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1210]]></link>
			<pubDate>Tue, 31 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1219]]></guid>
			<title>Angra precisa de seis mil novas casas </title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><font size="3"><strong>Angra precisa de seis mil novas casas <br /></strong></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 326px; HEIGHT: 207px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/11.05_-_Angra_precisa_de_seis_mil_novas_casas.jpg" width="385" height="260" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana">Angra dos Reis</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">A situa&ccedil;&atilde;o habitacional de Angra dos Reis n&atilde;o est&aacute; f&aacute;cil. No &uacute;ltimo levantamento conclu&iacute;do neste ano, a Subsecretaria Municipal de Habita&ccedil;&atilde;o constatou que o d&eacute;ficit habitacional da cidade chega a cerca de seis mil im&oacute;veis.</font></p>
            <p><font size="2">&ldquo;O estudo feito no final do ano passado e no come&ccedil;o desse ano registrou que para atender a todas as classes sociais de Angra, precisamos de aproximadamente seis mil unidades&rdquo;, explicou o subsecret&aacute;rio de Habita&ccedil;&atilde;o, Jo&atilde;o Massad.</font></p>
            <p><font size="2">O d&eacute;ficit habitacional &eacute; um n&uacute;mero que leva em conta o total de fam&iacute;lias em condi&ccedil;&otilde;es de moradia inadequadas (constru&ccedil;&otilde;es que precisam ser inteiramente repostas porque foram feitas com material prec&aacute;rio, como as favelas), os casos em que mais de uma fam&iacute;lia mora na mesma casa (coabita&ccedil;&atilde;o), o adensamento excessivo (quando mais de tr&ecirc;s pessoas dividem o mesmo quarto), ou o &ocirc;nus excessivo de aluguel, em que uma fam&iacute;lia compromete mais de 30% da renda com o aluguel.</font></p>
            <p><font size="2">No Brasil, &eacute; preciso construir mais de 5,5 milh&otilde;es de moradias para acabar com o d&eacute;ficit habitacional, segundo dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domic&iacute;lios (Pnad) 2008, utilizados pelo Minist&eacute;rio das Cidades. Lan&ccedil;ado em 2009 e ampliado em mar&ccedil;o do ano passado, o programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, pretende construir ou reformar tr&ecirc;s milh&otilde;es de moradias at&eacute; 2014 para fam&iacute;lias com renda mensal de at&eacute; dez sal&aacute;rios m&iacute;nimos.</font></p>
            <p><font size="2">O projeto atender&aacute; o munic&iacute;pio de Angra dos Reis, ao todo, com 564 im&oacute;veis - 480 unidades habitacionais na Monsuaba, 24 em Jacuecanga e 60 no Bel&eacute;m. Segundo as informa&ccedil;&otilde;es da Caixa Econ&ocirc;mica Federal, j&aacute; h&aacute; mais de mil inscri&ccedil;&otilde;es no programa para as unidades que ainda ser&atilde;o constru&iacute;das. De acordo com Massad, as obras nos condom&iacute;nios da Monsuaba e de Jacuecanga est&atilde;o previstas para come&ccedil;ar nos pr&oacute;ximos meses, pois j&aacute; foi escolhida a empresa que far&aacute; o projeto. Por&eacute;m, o inicio dos servi&ccedil;os ainda depende do licenciamento do Inea (Instituto Estadual do Ambiente), que dever&aacute; sair nas pr&oacute;ximas semanas.</font></p>
            <p><font size="2">&ldquo;O licenciamento ambiental do Inea est&aacute; dentro do prazo, s&oacute; estamos aguardando o resultado do pedido que fizemos. Assim que o licenciamento for liberado j&aacute; daremos in&iacute;cio &agrave;s obras, pois a empresa escolhida na licita&ccedil;&atilde;o j&aacute; est&aacute; pronta para isso&rdquo;, afirmou o subsecret&aacute;rio.</font></p>
            <p><font size="2"><strong>Solu&ccedil;&atilde;o para desabrigados</strong></font></p>
            <p><font size="2">Al&eacute;m dos im&oacute;veis do Minha Casa, Minha Vida, a prefeitura de Angra dos Reis est&aacute; investindo no setor de habita&ccedil;&atilde;o do munic&iacute;pio. Desde a trag&eacute;dia com as fortes chuvas, em 2010, o governo municipal vem investindo na constru&ccedil;&atilde;o de 800 apartamentos destinados a moradores que foram atingidos pela trag&eacute;dia e que moram em &aacute;reas de risco.</font></p>
            <p><font size="2">No &uacute;ltimo m&ecirc;s de fevereiro, 140 unidades do Condom&iacute;nio Cidad&atilde;o, no bairro do Areal-Japu&iacute;ba, foram entregues aos moradores. O conjunto, composto por sete blocos de cinco andares, com quatro apartamentos de 46 metros quadrados por andar, demorou seis meses para ser constru&iacute;do, e foi resultado de uma parceria entre a prefeitura, e os governos estadual e federal.<br />A secret&aacute;ria de A&ccedil;&atilde;o Social do munic&iacute;pio, Jane Veiga, ressalta que o local &quot;conta com bons apartamentos&quot; e infraestrutura de lazer, mas que a grande vantagem &eacute; a seguran&ccedil;a.</font></p>
            <p><font size="2">&ldquo;Essas fam&iacute;lias agora podem dormir e acordar com seguran&ccedil;a, sem medo das chuvas e dos deslizamentos de terra, principalmente durante a madrugada. Hoje, elas t&ecirc;m um teto seguro para morar&rdquo;, argumentou a secret&aacute;ria.</font></p>
            <p><font size="2">De acordo com a prefeitura, a distribui&ccedil;&atilde;o dos moradores nas unidades do Areal foi baseada em uma pesquisa preenchida pelas fam&iacute;lias, que puderam apresentar suas prefer&ecirc;ncias. Al&eacute;m disso, a Comiss&atilde;o Reestruturar - formada por funcion&aacute;rios da prefeitura e criada para acompanhar de perto os trabalhos de recupera&ccedil;&atilde;o do munic&iacute;pio - levou em considera&ccedil;&atilde;o crit&eacute;rios como a exist&ecirc;ncia de pessoas com defici&ecirc;ncia, idosos e crian&ccedil;as nas fam&iacute;lias. Nesses casos, a prioridade era o andar t&eacute;rreo. Al&eacute;m disso, fam&iacute;lias que t&ecirc;m animais de estima&ccedil;&atilde;o ficaram pr&oacute;ximas, ocupando os blocos 2, 3 e 7.</font></p>
            <p><font size="2">As demais moradias est&atilde;o em constru&ccedil;&atilde;o nos bairros da Gl&oacute;ria (240 unidades, que devem ser entregues em junho) e Japu&iacute;ba (420 unidades, com previs&atilde;o de entrega para julho). Os investimentos dos governos federal e estadual somam R$ 110 milh&otilde;es no munic&iacute;pio, em obras de conten&ccedil;&atilde;o de encostas e constru&ccedil;&atilde;o das 800 unidades habitacionais em execu&ccedil;&atilde;o pela Empresa de Obras P&uacute;blicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop), vinculada &agrave; secretaria de Obras.<br /></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p><font size="2">&nbsp;</font></p>
            <p align="right"><font face="Verdana"><font size="2" face="Arial">Da Reda&ccedil;&atilde;o, original Di&aacute;rio do Vale.</font></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1219]]></link>
			<pubDate>Tue, 31 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1191]]></guid>
			<title>Porto de Aratu se prepara para a expansão da economia baiana</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><span style="FONT-FAMILY: &quot;Calibri&quot;, &quot;sans-serif&quot;"><font size="3" face="Arial"><strong>Porto de Aratu se prepara para a expans&atilde;o da economia baiana<br /></strong></font></span></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 353px; HEIGHT: 202px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/25.04_-_Porto_de_Aratu_se_prepara_para_a_expans_o_da_economia_baiana.jpg" width="500" height="334" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana">Porto de Aratu</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><span style="FONT-FAMILY: &quot;Calibri&quot;, &quot;sans-serif&quot;"><font size="2" face="Arial">A liga&ccedil;&atilde;o entre o Porto de Aratu, o P&oacute;lo e o CIA (Centro Industrial de Aratu) &eacute; estrat&eacute;gica. &Eacute; pelos terminais do porto, que em 2010 registrou receita bruta de 61 milh&otilde;es de reiais, que chegam grande parte dos produtos que v&atilde;o alimentar as ind&uacute;strias qu&iacute;micas, petroqu&iacute;micas, minera&ccedil;&atilde;o e de outros setores instaladas nos complexos, e de l&aacute; tamb&eacute;m partem os resultados da produ&ccedil;&atilde;o dessas f&aacute;bricas para o Brasil e o exterior. </font></span></p>
            <p><span style="FONT-FAMILY: &quot;Calibri&quot;, &quot;sans-serif&quot;"><font size="2" face="Arial">Para se adequar &agrave; expans&atilde;o dos complexos industriais da regi&atilde;o e tamb&eacute;m &agrave; din&acirc;mica de crescimento da economia regional, o Porto de Aratu ser&aacute; contemplado com investimentos de 360 milh&otilde;es de reais nos pr&oacute;ximos quatros anos. Os recursos ser&atilde;o providos pela Companhia Docas do Estado da Bahia &ndash; Codeba, que administra o Porto, o governo federal e a iniciativa privada. &ldquo;As melhorias que ser&atilde;o executadas at&eacute; 2014 complementam os investimentos realizados recentemente e que j&aacute; impactaram de forma positiva no desempenho de Aratu&rdquo;, afirma o diretor-presidente da Codeba, Jos&eacute; Muniz Rebou&ccedil;as. No ano passado, foi conclu&iacute;da a dragagem de aprofundamento do Porto, que aumentou para 15 metros o calado operacional, permitindo a atraca&ccedil;&atilde;o de navios de maior porte.&nbsp;</font></span></p>
            <p><span style="FONT-FAMILY: &quot;Calibri&quot;, &quot;sans-serif&quot;"><font size="2" face="Arial">Os investimentos programados devem gerar ainda mais efici&ecirc;ncia. No plano de melhorias, est&atilde;o previstas a amplia&ccedil;&atilde;o do p&iacute;er de l&iacute;quidos, que dar&aacute; origem a dois novos ber&ccedil;os de atraca&ccedil;&atilde;o; a duplica&ccedil;&atilde;o da tancagem; e o arrendamento e moderniza&ccedil;&atilde;o do Terminal de Gran&eacute;is S&oacute;lidos. </font></span></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana"><font size="2" face="Arial">Da Reda&ccedil;&atilde;o</font>.</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1191]]></link>
			<pubDate>Tue, 31 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1196]]></guid>
			<title>Tecnologia construtiva sustentável ganha mercado da construção civil</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Tecnologia construtiva sustent&aacute;vel ganha mercado da constru&ccedil;&atilde;o civil<br /></font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 298px; HEIGHT: 190px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/19.05_-_Tecnologia_construtiva_sustent_vel_ganha_mercado_da_constru_o_civil.jpg" width="1024" height="671" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana">F&ocirc;rmas de alum&iacute;nio e escoramento para constru&ccedil;&atilde;o civil</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">A quest&atilde;o ambiental est&aacute; cada vez mais difundida. Todos falam em responsabilidade, em pr&aacute;ticas empresariais sustent&aacute;veis e produtos ambientalmente corretos. O setor da constru&ccedil;&atilde;o civil encontra-se no caminho para a industrializa&ccedil;&atilde;o de processos, buscando maior produtividade, redu&ccedil;&atilde;o de custos e potencializa&ccedil;&atilde;o do lucro aliados tamb&eacute;m &agrave; sustentabilidade. As empresas do ramo est&atilde;o preocupadas com o uso consciente e com o reaproveitamento de materiais.</font></p>
            <p><font size="2">Atenta a este contexto, a Oeste Formas, refer&ecirc;ncia na fabrica&ccedil;&atilde;o e loca&ccedil;&atilde;o de f&ocirc;rmas de alum&iacute;nio e escoramento para a constru&ccedil;&atilde;o civil, vem orientando seus clientes a usar produtos que ofere&ccedil;am agilidade e qualidade e v&atilde;o ao encontro desse novo conceito ambiental. A empresa fornece para seus clientes o Escoramento Met&aacute;lico (cimbramento), que cada dia mais tem seu uso coroado em diversos tipos de obras. O produto tem a vantagem de um f&aacute;cil sistema de utiliza&ccedil;&atilde;o com pe&ccedil;as de encaixe met&aacute;lico que se adequam as necessidades de altura, proporcionando uma montagem r&aacute;pida e segura. </font></p>
            <p><font size="2">Construtores e empreiteiros, ao locarem da Oeste o escoramento met&aacute;lico, recebem assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e treinamento para os profissionais recrutados pela construtora, oferecendo aos engenheiros, mestre de obras e encarregados toda a orienta&ccedil;&atilde;o necess&aacute;ria sobre a montagem dos sistemas para viabilizar a constru&ccedil;&atilde;o.</font></p>
            <p><font size="2">Com o uso do escoramento met&aacute;lico, &eacute; poss&iacute;vel reaproveitar o material in&uacute;meras vezes em outras obras, de forma ecologicamente correta, tendo em vista a n&atilde;o necessidade de corte de madeiras que, depois, dificilmente ter&atilde;o utilidades em um novo projeto. Como explica o engenheiro e diretor da Oeste Formas, Roberto Fel&iacute;cio, que ao utilizar o escoramento met&aacute;lico da Oeste, cortam-se menos &aacute;rvores e agride-se menos o meio ambiente. &ldquo;Assim evitamos que &aacute;rvores sejam derrubadas para utiliza&ccedil;&atilde;o em apenas uma obra. &Eacute; uma forma de as empresas e as ind&uacute;stria da constru&ccedil;&atilde;o civil trabalharem com pr&aacute;ticas empresariais sustent&aacute;veis e utilizarem produtos ambientalmente corretos&rdquo;, argumenta Roberto.</font></p>
            <p><font size="2">O engenheiro garante que o escoramento met&aacute;lico atende &agrave;s necessidades de qualquer obra, j&aacute; que o produto &eacute; facilmente adapt&aacute;vel. Ele ressalta ainda que a agilidade na montagem proporciona o cumprimento do cronograma da obra e uma perfei&ccedil;&atilde;o no encaixa das pe&ccedil;as, j&aacute; que o material n&atilde;o cede como no uso da madeira e tem reaproveitamento sucessivo, podendo ser reutilizados em outras obras e gerando ainda mais economia.</font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2">Da Reda&ccedil;&atilde;o.</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1196]]></link>
			<pubDate>Tue, 31 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1203]]></guid>
			<title>A importância das cores na decoração dos ambientes</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><font size="3"><strong>A import&acirc;ncia das cores na decora&ccedil;&atilde;o dos ambientes<br /></strong></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 293px; HEIGHT: 231px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/20.05_-_A_import_ncia_das_cores_na_decora_o_dos_ambientes.jpg" width="400" height="367" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">O que voc&ecirc; sente com o vermelho e o amarelo em locais como a Mc Donald&rsquo;s, por exemplo? Vontade de comer? E em lugares cuja cor predominante &eacute; o verde ou azul, parece que voc&ecirc; est&aacute; relaxado? Mais que absor&ccedil;&atilde;o e transmiss&atilde;o de luz, as cores s&atilde;o respons&aacute;veis pelas sensa&ccedil;&otilde;es que o ambiente proporciona. Especialistas como Achilles Fernandes, arquiteto e designer de interiores, admitem que a cor deve ser pensada em qualquer trabalho.</font></p>
            <p><font size="2">A&nbsp; Suvinil, l&iacute;der no segmento, entendendo a necessidade do mercado, lan&ccedil;ou um novo leque de cores, facilitando a comunica&ccedil;&atilde;o entre profissionais, clientes e ambientes agrad&aacute;veis. Afinal, quem n&atilde;o gosta de estar em um espa&ccedil;o no qual se sinta confort&aacute;vel?</font></p>
            <p><font size="2"><strong>Decora&ccedil;&atilde;o</strong></font></p>
            <p><font size="2">Quando se fala em decora&ccedil;&atilde;o de um ambiente, se pensa em objetos, papel de parede, stickers, mas poucas pessoas d&atilde;o import&acirc;ncia &agrave; cor que este ter&aacute;. &ldquo;A cor &eacute; fundamental, mesmo pra mim, que trabalho sempre com cores neutras e invisto em objetos. As pessoas n&atilde;o se preocupam muito, mas sentem sem saber. A colora&ccedil;&atilde;o est&aacute; intimamente ligada ao estado de esp&iacute;rito. &Agrave;s vezes, a pessoa fica doente e n&atilde;o sabe o porqu&ecirc;, e a explica&ccedil;&atilde;o est&aacute; na cor, no tom do ambiente no qual ela est&aacute;. Assim como o m&eacute;dico deve ser consultado com assuntos relacionados &agrave; sa&uacute;de, o arquiteto deve ser consultado quando a quest&atilde;o for uma nova cor em qualquer espa&ccedil;o. Ao consultar um profissional, a pessoa economiza&nbsp; com a escolha certa&rdquo;, esclarece Fernandes.</font></p>
            <p><font size="2"><strong>Vestindo a parede</strong></font></p>
            <p><font size="2">Segundo Vagner Delgato, t&eacute;cnico especialista em cores da Suvinil/Basf, a empresa la&ccedil;ou novidades em tintas, com base em pesquisas e buscando atender &agrave;s expectativas do mercado. &ldquo;Aquele leque, cheio de siglas e n&uacute;meros, era muito complicado de ser entendido. Hoje, todas as cores t&ecirc;m nomes, o que facilita a comunica&ccedil;&atilde;o e precis&atilde;o na escolha. Algumas cores sa&iacute;ram, mas permanecem no leque antigo&rdquo;, explica. Para o especialista, a mudan&ccedil;a &eacute; positiva.</font></p>
            <p><font size="2">&ldquo;A Suvinil sempre chama os profissionais pra perto&rdquo;. Segundo Delgato, poder pintar significa poder renovar. &ldquo;A cor est&aacute; ligada a cada momento da vida. Imagina que voc&ecirc; acaba de ter um filho, qual cor ser&aacute; o quarto dele? Bege, porque &eacute; acolhedor. Quando ele tiver em torno de quatro anos, devemos instigar a&ccedil;&atilde;o a ele, ent&atilde;o, vamos pintar o quarto com uma cor mais quente, laranja por exemplo. J&aacute; quando ele est&aacute; com sete anos, muito agitado, o quarto deve ser um lugar de descanso, ou seja, o azul e verde s&atilde;o boas op&ccedil;&otilde;es&rdquo;, indica.</font></p>
            <p><font size="2">A Suvinil aposta tanto na rela&ccedil;&atilde;o entre boa escolha da tinta e o ambiente agrad&aacute;vel, que &eacute; parceira nacional da Casa Cor.</font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font face="Verdana"><font size="2" face="Arial">Da Reda&ccedil;&atilde;o, original site acr&iacute;tica.com.</font></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1203]]></link>
			<pubDate>Tue, 31 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1177]]></guid>
			<title>Nova Telha Colonial garante visual e economia</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><font size="3"><strong>Nova Telha Colonial garante visual e economia</strong></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 245px; HEIGHT: 190px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/15.06_-_Nova_Telha_Colonial_garante_visual_e_economia.jpg" width="395" height="310" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana">Nova telha Colonial</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">Para quem est&aacute; construindo e busca uma telha esteticamente mais bonita e que ainda permita economia, a Brasilit, lan&ccedil;ou uma nova Telha Colonial, fabricada em fibrocimento com a tecnologia CRFS. Al&eacute;m de mais leve e maior, o que permite uma economia de 25% no madeiramento com uso de vigas e caibros em menor quantidade simplificando a estrutura dos telhados, o produto ainda permite uma redu&ccedil;&atilde;o no tempo de instala&ccedil;&atilde;o, j&aacute; que as novas telhas preenchem cada metro quadrado de cobertura com apenas 2,5 pe&ccedil;as. Al&eacute;m disso, ela aceita pintura que pode ser definida pelo consumidor.</font></p>
            <p><font size="2">Confira abaixo algumas das vantagens e diferenciais da Telha Colonial:</font></p>
            <p><font size="2">Economia de 25% no madeiramento;<br />Leveza e facilidade de instala&ccedil;&atilde;o;<br />Mais resist&ecirc;ncia &agrave; quebra;<br />Design diferenciado;<br />Menos 20% de custo na instala&ccedil;&atilde;o.</font></p>
            <p><font size="2">As telhas Colonial s&atilde;o feitas sem amianto, o que permite mais seguran&ccedil;a para a sa&uacute;de do consumidor,&nbsp; e com CRFS (cimento refor&ccedil;ado com fios sint&eacute;ticos), garantindo maior resist&ecirc;ncia, flexibilidade e durabilidade, resist&ecirc;ncia biol&oacute;gica contra agentes qu&iacute;micos e corros&atilde;o, al&eacute;m de melhor acabamento com encaixes t&eacute;cnicos perfeitos.</font><font size="1" face="Verdana"></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p align="right">&nbsp;<font size="2" face="Arial"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o.</em></font></p>
            <p align="right"><font face="Verdana"></font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1177]]></link>
			<pubDate>Tue, 31 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1179]]></guid>
			<title>Odebrecht alcança US$ 3,7 bi em projetos na Argentina</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><font size="3"><strong>Odebrecht alcan&ccedil;a US$ 3,7 bi em projetos na Argentina</strong></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 349px; HEIGHT: 238px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/11.04_-_Odebrecht_alcan_a(1).jpg" width="380" height="254" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana">F&aacute;brica da Odebrecht na Argentina</font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">Em menos de seis meses, a subsidi&aacute;ria da Odebrecht conquistou contratos - ou discute suas &uacute;ltimas cl&aacute;usulas - que quase duplicam sua carteira de obras na Argentina. S&atilde;o tr&ecirc;s novos projetos, que totalizam US$ 1,7 bilh&atilde;o e, somados a empreendimentos j&aacute; em andamento, alcan&ccedil;am US$ 2 bilh&otilde;es.</font></p>
            <p><font size="2">O mais recente contrato, um gasoduto de distribui&ccedil;&atilde;o, com 160 quil&ocirc;metros de extens&atilde;o, que ser&aacute; constru&iacute;do entre os munic&iacute;pios de Malarg&uuml;e e Papagayos, foi fechado no valor de US$ 75 milh&otilde;es. As obras est&atilde;o previstas para come&ccedil;ar em abril e dever&atilde;o durar um ano.</font></p>
            <p><font size="2">Outros dois novos e important&iacute;ssimos projetos da Odebrecht na Argentina s&atilde;o contratos com multinacionais brasileiras. Um deles &eacute; com a Vale, que deu in&iacute;cio a um megaprojeto de explora&ccedil;&atilde;o de cloreto de pot&aacute;ssio tamb&eacute;m em Mendoza, a empreiteira ter&aacute; quatro etapas de obras para executar a instala&ccedil;&atilde;o da mina. Em um cons&oacute;rcio com a argentina Techint, no qual tem 60% de participa&ccedil;&atilde;o, a Odebrecht se responsabilizar&aacute; pela movimenta&ccedil;&atilde;o de milhares de toneladas de estruturas met&aacute;licas, constru&ccedil;&atilde;o e montagem dos edif&iacute;cios que abrigar&atilde;o os equipamentos, instala&ccedil;&atilde;o das redes de tubula&ccedil;&atilde;o e das caldeiras. Supervisionar&aacute; ainda a coloca&ccedil;&atilde;o de correias suspensas que v&atilde;o permitir o escoamento do min&eacute;rio.</font></p>
            <p><font size="2">O outro contrato foi firmado no Brasil, com a &aacute;rea internacional da Petrobras, mas a maior parte de sua execu&ccedil;&atilde;o ser&aacute; na Argentina. Juntos, os contratos com a petrol&iacute;fera e com a Vale somam US$ 1,6 bilh&atilde;o. </font></p>
            <p><font size="2">Os novos contratos da Odebrecht se somam a projetos anteriores que a construtora j&aacute; vinha tocando no mercado argentino. Ela j&aacute; executou mais de 70% das obras de amplia&ccedil;&atilde;o dos gasodutos Norte e Sul, que cortam toda a Argentina - s&atilde;o aproximados 1,9 mil quil&ocirc;metros de novos tubos, paralelos aos existentes.</font></p>
            <p><font size="2">Com essa carteira, a Odebrecht j&aacute; soma cerca de 2 mil pessoas trabalhando nas obras e aproximadamente 800 funcion&aacute;rios pr&oacute;prios, dos quais 35 s&atilde;o brasileiros.</font> <font size="1" face="Verdana"></font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right">Mat&eacute;ria reescrita portal Obra24Horas, original Valor Econ&ocirc;mico.</p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1179]]></link>
			<pubDate>Mon, 23 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
			<item>
			<guid><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1208]]></guid>
			<title>Projeto arquitetônico do MAC Schwanke em Joinville ganha maquete virtual</title>
			<description><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="560" align="left">
    <tbody>
        <tr>
            <td height="40">
            <p align="center"><strong><font size="3">Projeto arquitet&ocirc;nico do MAC Schwanke em Joinville ganha maquete virtual<br /></font></strong></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="left">
                <tbody>
                    <tr>
                        <td><font size="1" face="Verdana"><img style="WIDTH: 342px; HEIGHT: 229px" alt="" align="left" src="http://www.obra24horas.com.br/FCKeditor/imagens/Image/05.04_-_Projeto_arquitet_nico_do_MAC_Schwanke_em_Joinville_ganha_maquete_virtual.jpg" width="730" height="502" /></font></td>
                    </tr>
                    <tr>
                        <td><em><font size="1" face="Verdana"></font></em></td>
                    </tr>
                </tbody>
            </table>
            <p>&nbsp;</p>
            <p><font size="2">O sonho de abrir o Museu de Arte Contempor&acirc;nea Luiz Henrique Schwanke em Joinville deu um grande passo no dia 12 de maio. O instituto, leva o nome do artista, autor do livro &lsquo;Schwanke: Rastros&rsquo; lan&ccedil;ado na Associa&ccedil;&atilde;o Empresarial de Joinville (Acij). Na ocasi&atilde;o, o escritor aproveitou para apresentar a maquete virtual do MAC Schwanke, que ser&aacute; instalado na Cidadela Cultural Antarctica.</font></p>
            <p><font size="2">O projeto &eacute; do arquiteto Reinhard Conrads e a maquete &eacute; assinada por Julio de Abreu. O objetivo dado aos espa&ccedil;os do pr&eacute;dio e as acomoda&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para receber o museu, s&atilde;o os mesmos previstos desde 2007 e divulgados no site do instituto. <br />A inten&ccedil;&atilde;o da nova vers&atilde;o virtual &eacute; chamar a aten&ccedil;&atilde;o, principalmente do empresariado local, j&aacute; que, para iniciar as obras, o instituto precisa captar R$ 20 milh&otilde;es via Lei Rouanet, o que justifica o alvo principal do lan&ccedil;amento.</font></p>
            <p><font size="2">Segunda a presidente do instituto, Marina Mosimann, a maquete digital apresenta um projeto mais arrojado e completo, como a climatiza&ccedil;&atilde;o e eletricidade. E para ela, esse &eacute; o passo que faltava para iniciar a capta&ccedil;&atilde;o de recursos. O lan&ccedil;amento com a participa&ccedil;&atilde;o de 300 pessoas, entre empres&aacute;rios e senadores, animou os integrantes do instituto apesar de n&atilde;o ter havido nenhuma manifesta&ccedil;&atilde;o direta, apenas conversas informais.</font></p>
            <p><font size="2">O MAC Schwanke dever&aacute; atuar como um &oacute;rg&atilde;o de preserva&ccedil;&atilde;o e divulga&ccedil;&atilde;o do acervo do artista joinvilense, adquirindo e mantendo as obras de outros artistas contempor&acirc;neos brasileiros e estrangeiros produzidas a partir do ano 2000.</font></p>
            <p><font size="2">O instituto, sem fins lucrativos, foi criado em 2003 para funcionar como entidade mantenedora do MAC Schwanke e gerenciadora das a&ccedil;&otilde;es de pesquisa, interc&acirc;mbio e divulga&ccedil;&atilde;o da obra do artista. Para a instala&ccedil;&atilde;o do museu ser&aacute; usado o espa&ccedil;o frontal da antiga f&aacute;brica da Cervejaria Antarctica. </font></p>
            <p><font size="2">No projeto consta a restaura&ccedil;&atilde;o da torre central, onde se encontram os tanques de fermenta&ccedil;&atilde;o, mantendo sua originalidade e servindo como principal acesso ao museu. Haver&aacute; &aacute;reas expositivas amplas; reserva t&eacute;cnica; sala para exposi&ccedil;&otilde;es internacionais; &aacute;rea educativa para cursos, workshops e resid&ecirc;ncia de artistas; biblioteca de arte contempor&acirc;nea; audit&oacute;rio;&nbsp; loja de produtos e cafeteria.</font></p>
            </td>
        </tr>
        <tr>
            <td>
            <p>&nbsp;</p>
            <p align="right"><font size="2"><em>Da Reda&ccedil;&atilde;o, original site Di&aacute;rio Catarinense</em>.</font></p>
            </td>
        </tr>
    </tbody>
</table>]]></description>
			<link><![CDATA[http://www.obra24horas.com.br/materias/index.cfm?fuseaction=dsp_materias_exibir&materia=1208]]></link>
			<pubDate>Mon, 23 May 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
			</item>
		
 			</channel>
			</rss>
 		

