NOTÍCIAS

No dia 26 de maio, o mundo da arquitetura voltará seus olhos para Veneza e para a inauguração da 16ª edição da Bienal de Arquitetura. Desde que as irlandesas Yvonne Farrell e Shelley McNamara foram anunciadas como curadoras do evento, o ArchDaily tem coberto todos os detalhes da Bienal e sabemos que, dias antes da abertura, surgem muitas dúvidas sobre o evento entre nossos leitores. 

A seguir, respondemos as 10 perguntas mais frequentes: 

 

1. Quando será a inauguração oficial da Bienal de Arquitetura de Veneza? 

Arsenale, Venecia, Italia. Image © Giulio Squillacciotti. Cortesía de La Biennale di Venezia

Arsenale, Venecia, Italia. Image © Giulio Squillacciotti. Cortesía de La Biennale di Venezia

Para o público em geral, a Bienal será aberta somente à partir do próximo dia 26 de e permanecerá aberta até 25 de novembro. O preço da entrada é € 25, porém, há bilhetes válidos por 48 horas à partir do primeiro aceso que custam € 30. Saiba mais aqui

2. Onde acontece a Bienal de Arquitetura de Veneza?

Arsenale en Venecia, Italia. Image © Andrea Avezzu?. Cortesía de La Biennale di Venezia

Arsenale en Venecia, Italia. Image © Andrea Avezzu?. Cortesía de La Biennale di Venezia

O Giardini e no Arsenale são os principais locais do evento. Estes espaços receberão a mostra FREESPACE e os pavilhões nacionais, com exceção de 11 deles que, junto aos eventos paralelos, se espalham pela cidade de Veneza. 

3. Quem dirige a Bienal de Arquitetura de Veneza 2018?

Yvonne Farrell y Shelley McNamara, junto a Paolo Baratta, presidente de La Biennale di Venezia. Image Cortesía de La Biennale di Venezia

Yvonne Farrell y Shelley McNamara, junto a Paolo Baratta, presidente de La Biennale di Venezia. Image Cortesía de La Biennale di Venezia

Farrell e McNamara, cofundadoras do escritório Grafton Architects, foram escolhidas pela organização do evento como responsáveis por edição de La Biennale di Venezia. A instituição é presidida pelo economista italiano Paolo Baratta desde 2008. 

3. O que são os pavilhões nacionais?

CC BY-SA 2.0 Flickr user: Thomas Nemeskeri Seguir bajo licencia CC BY-NC-ND 2.0. ImagePabellón de Venezuela (1954) en Venecia, diseñado por Carlo Scarpa" class="b-lazy b-loaded" longdesc="https://www.archdaily.com.br/br/894545/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-bienal-de-arquitetura-de-veneza-2018/5af6034af197ccff1200000d-tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-a-bienal-de-arquitetura-de-veneza-2018-imagem" src="https://images.adsttc.com/media/images/5af6/034a/f197/ccff/1200/000d/newsletter/4.jpg?1526072125" style="-webkit-font-smoothing:inherit; -webkit-tap-highlight-color:transparent; border-style:initial; border-width:0px; bottom:0px; box-sizing:border-box; cursor:-webkit-zoom-in; font-family:inherit; font-size:inherit; font-stretch:inherit; font-style:inherit; font-variant:inherit; font-weight:inherit; height:580px; left:0px; line-height:inherit; margin:0px; max-height:580px; max-width:100%; opacity:1; padding:0px; position:absolute; right:0px; top:0px; transition:opacity 300ms ease-in-out; vertical-align:middle; width:576px; will-change:transform, opacity" />

© mattkieffer [Flickr], bajo licencia CC BY-SA 2.0 Flickr user: Thomas Nemeskeri Seguir bajo licencia CC BY-NC-ND 2.0. ImagePabellón de Venezuela (1954) en Venecia, diseñado por Carlo Scarpa

Além da mostra internacional a cargo de Yvonne Farrell e Shelley McNamara, diretoras desta 16ª edição, a Bienal apresentará as propostas nacionais. Nesta ocasião, o evento contatá com 65 participações nacionais divididas entre os pavilhões históricos do Giardini, o Arsenale e o centro histórico de Veneza. Pela primeira vez participarão Antigua e Barbuda, Arábia Saudita, Guatemala, Líbano, Mongólia, Paquistão e Vaticano

4. Todos os pavilhões nacionais têm edifícios próprios?

 

"In Therapy", pabellón de los países nórdicos en la Bienal de Venecia 2016. Image © Laurian Ghinitoiu

Ao longo da história da Bienal de Veneza, independentemente dos eventos que abriga, 29 pavilhões nacionais foram construídos como edifícios independentes. Depois de inauguradas, estas estruturas passam a ser administradas pelo Ministério da Cultura de seus respectivos países: o mais antigo é o Pavilhão da Bélgica (1907) e o mais recente, o da Coréia do Sul (1995), passando pela Espanha (1922 e reformado em 1952), os Estados Unidos (1930), a Venezuela (1954), Uruguay (1960) e o Brasil (1964).

5. Há alguma diferença entre os pavilhões nacionais e a exposição internacional?

Reporting from the front, muestra internacional de ELEMENTAL en la Bienal de Venecia 2016. Image © Laurian Ghinitoiu

Reporting from the front, muestra internacional de ELEMENTAL en la Bienal de Venecia 2016. Image © Laurian Ghinitoiu

Sim. Desde 1998, a Bienal de Arquitetura se organiza em torno de três eventos paralelos: os pavilhões nacionais (cada país é responsável por escolher seus próprios curadores e projetos), a exposição internacional (a cargo do curador da Bienal) e os eventos paralelos (aprovados pela comissão de curadoria da Bienal). Na edição deste ano, Farrell e McNamara convidaram 100 arquitetos para a mostra internacional e 65 pavilhões nacionais. 

6. Quem escolhe os curadores nacionais para a Bienal de Arquitetura de Veneza?

BLUE, pabellón holandés en la Bienal de Venecia 2016. Image © Laurian Ghinitoiu

BLUE, pabellón holandés en la Bienal de Venecia 2016. Image © Laurian Ghinitoiu

Cada país participante estabelece seus próprios mecanismos para escolher tanto sua exposição quanto seus curadores. Na maioria dos casos, são associações entre diferentes instituições estatais, mas isso não garante que os curadores sejam eleitos por meio de chamadas públicas.

Na maioria dos casos, são associações entre diferentes instituições estatais, mas isso não garante que os curadores sejam eleitos por meio de chamadas públicas.

7. Quem são os jurados da Bienal de Arquitetura de Veneza?

Pabellón Vara, proyecto de Pezo von Ellrichshausen en la Bienal de Venecia 2016. Image © Laurian Ghinitoiu

Pabellón Vara, proyecto de Pezo von Ellrichshausen en la Bienal de Venecia 2016. Image © Laurian Ghinitoiu

Nesta edição, o júri será composto por Frank Barkow (Estados Unidos), Sofia Von Ellrichshausen (Argentina), Kate Goodwin (Austrália), Patricia Patkau (Canadá) e Pier Paolo Tamburelli (Itália). Cada um deles foi escolhido pelo Conselho Administrativo da Bienal de Veneza, por recomendação das curadoras do evento.

8. A Bienal de Arquitetura de Veneza concede prêmios?

Pedro Alonso (izq), Hugo Palmarola, Phyllis Lambert, Minsuk Cho y Andrés Jaque, todos ganadores del León de Oro en las distintas categorías de la Bienal de Venecia 2014. Image © Pola Mora

Pedro Alonso (izq), Hugo Palmarola, Phyllis Lambert, Minsuk Cho y Andrés Jaque, todos ganadores del León de Oro en las distintas categorías de la Bienal de Venecia 2014. Image © Pola Mora

Sim, o Júri da Bienal concede o Leão de Ouro pela melhor participação nacional, o Leão de Ouro pela melhor participação na exposição internacional e o Leão de Prata para a jovem promessa da mesma exposição.

Nesta ocasião, o Júri também poderá conceder uma menção especial a outra participação nacional e a outros dois participantes da exposição internacional. Os vencedores serão anunciados no sábado, 26 de maio, com exceção do Leão de Ouro pela Trajetória, que é anunciado meses antes da inauguração.

9. Quem ganhou o Leão de Ouro pela Trajetória na edição deste ano?

Kenneth Frampton, León de Oro a la Trayectoria de la Bienal de Arquitectura de Venecia 2018. Image Cortesía de La Biennale di Venezia

Kenneth Frampton, León de Oro a la Trayectoria de la Bienal de Arquitectura de Venecia 2018. Image Cortesía de La Biennale di Venezia

O arquiteto, historiador, crítico e acadêmico britânico Kenneth Frampton é o mais recente vencedor deste Leão de Ouro por "ocupar uma posição de extraordinária percepção e inteligência, combinada com um senso único de integridade."

10. Por que o prêmio da Bienal de Arquitetura de Veneza é a estatueta de um leão?

 

Copyright Portal Obra24horas | 2005-2018
Contato: (011) 3124-5324 | Termos de Uso