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Entre elas está o conceito colaborativo, utilizado pela Braido Ceceli

Um dos setores mais afetados pela crise econômica no país, que teve início em meados de 2014, foi o da indústria de construção. Ainda no ano passado era possível perceber a retração com o alto número de estoque de casas e apartamentos, sem contar com o índice de incorporadoras chegando à falência por não terem mais como construir.

Agora, especialistas e empresários, começam a olhar com novas perspectivas afim de planejar o melhor para o crescimento mais acelerado do mercado. Para ajudar nisso, a Trend|247, empresa brasileira de comportamento de consumo, realizou uma pesquisa que diz que o brasileiro está cada vez mais interessado em investir em experiências: viagens, shows, festivais, restaurante, preocupando-se mais em colecionar vivências ao invés de acumular coisas.

Esses comportamentos têm chamado a atenção de empresas, inclusive as desse ramo, que estão atentas ao cliente. “Já entendemos que não podemos mais encarar nosso consumidor como alguém que quer uma metragem para morar, os estudos nos mostram que as pessoas querem mais. Nós estamos escutando cada um desses consumidores e mudando a forma de construir. Estamos com um novo produto que traz conectividade às áreas comuns, um espaço de festas que promove interação entre moradores e uma série de novidades que atendem as expectativas do novo consumidor brasileiro”, destaca Amauri Ceceli, diretor executivo da Braido Ceceli.

A cada passo o mercado tem a necessidade de transformação e é preciso estar atento as inovações para garantir não só um melhor resultado, como também oferecer mais atrativos para os clientes. A seguir estão três tendências para o mercado da construção civil.

Economia Colaborativa

A economia colaborativa já é tendência em diversas partes do mundo e está presente em produtos como, por exemplo, roupas, comida, transporte, lojas e também, em moradias. A Braido Ceceli Arquitetura e Construções acaba de lançar um empreendimento que visa o compartilhamento de espaços como lavanderia pública para os moradores, coworking e até um local para receber os amigos em volta da fogueira, como em um luau.

Ceceli destaca que o condomínio é o primeiro na Grande São Paulo com características de compartilhamento. “Para ganhar mais espaço nas unidades, a lavanderia é compartilhada, assim como itens que são pouco usados num apartamento. Escadas, furadeiras, caixa de ferramentas e bicicletas estarão disponíveis no prédio. Basta o morador fazer a reserva e utilizar”.

Tecnologia

Não é novidade dizer que a tecnologia está cada vez mais presente na vida do ser humano e, com o passar do tempo, ela tem se tornado um tipo de necessidade. “As pessoas vivem conectadas, conversam através das plataformas, se relacionam a partir delas e conhecem o mundo nas telas dos computadores e celulares.”, comenta Daniela Zanardo, diretora executiva da Trend|247.

O mercado de construção, atento a essa necessidade tecnológica, tem adaptado sua maneira de interagir com os clientes e investido na criação de aplicativos que gerenciam as funcionalidades dos condomínios, como por exemplo, reservar o salão de festas através do celular.

A tecnologia também tem sido utilizada nos plantões de venda. E para o lançamento do condomínio compartilhado da Braido Ceceli, o modelo decorado será visitado através de tour 3D, através de um óculos com tecnologia de realidade aumentada.

Sustentabilidade

Melhorar o meio ambiente pode levar anos, mas repensar o modo de construir é um assunto essencial. Isso já está sendo feito pela incorporadora CAPPINI, que possui projetos sustentáveis e tecnológicos. “Nossa missão é desenvolver cidades inteligentes e conectadas sem deixar a sustentabilidade de lado. Temos um compromisso de reduzir em cerca de 20% os resíduos sólidos na construção. Além disso, estamos avaliando a implantação de recursos sustentáveis que possam reduzir os gastos condominiais ao longo da vida útil do empreendimento”, afirma Raphael Grigoletto, CEO da CAPPINI incorporações e Negócios Inteligentes.

Segundo o documento Cenários e projeções estratégicas no setor da construção no Brasil de 2016 a 2018, publicado pelo Sebrae, em 2010 haviam cerca de 23 prédios sustentáveis no Brasil, em 2016 o número passou para 325. Como a sustentabilidade está vinculada a tripés ambientais, sociais e econômicos, incorporadoras devem aderir a tendência, pois isso melhora na redução de consumo, no descarte e utilização de materiais e também, economia para a empresa e para o morador, o que chama ainda mais a atenção do cliente.

“Queremos demonstrar, através de nossos empreendimentos, que é possível conviver de forma sadia com o ecossistema, sem deixar de evoluir tecnologicamente na construção civil. Desenvolvemos e integramos técnicas que tornam mais limpos os processos desse setor, com projetos inovadores que serão referências no conceito de sustentabilidade”, explica Raphael Grigoletto, CEO da CAPPINI.

Redação, original Portal Segs

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