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Capital Fluminense registra média de R$ 9.719 pelo espaço em imóveis residenciais para venda

FipeZap abre o ano variação mensal negativa em 0,01% (Foto: ESTADÃO CONTEÚDO)

O Rio de Janeiro continua como a cidade brasileira com o preço do metro quadrado (m²) mais caro do País em relação a imóveis residenciais à venda, com o valor médio de R$ 9.719 por m² em janeiro.

Segundo dados da pesquisa Índice FipeZap Venda, desenvolvida em parceria da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) com o Zap Imóveis, a capital fluminense está na frente de São Paulo e do Distrito Federal, que registram, respectivamente, R$ 8.688 e R$ 7.285 por m².

Entre os municípios com o valores mais acessíveis, Contagem lidera, com média de R$ 3.509 por m², seguida de Goiânia, que registra R$ 4.112, e Vila Velha, com o preços em torno de R$ 4.650.

Na média nacional, que considera 20 municípios brasileiros, o valor é de R$ 7.554 por m². As três cidades com os preços mais salgados (Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal) são também as únicas acima desse número.

Dos três bairros mais caros em relação ao m² para vendas, dois são cariocas e um é paulista. Leblon (RJ), com R$ 20.705, é a região mais cara do País, seguida de Cidade Jardim (SP) e Ipanema (RJ) com, respectivamente, R$ 19.783 e R$ 19.328.

Variação mensal

Variação mensal
 
O mês de janeiro, contra dezembro, registrou uma variação quase estável no preço médio nominal – desconsiderando a inflação - do m², que recuou 0,01%.
 
Já entre as cidades, São Caetano do Sul foi a que representou o maior avanço no período, subindo 0,65%, seguida por Recife, com 0,54%.

 

Por outro lado, Contagem e Rio de Janeiro lideram as perdas, registrando 0,36% e 0,35%, respectivamente.

Últimos 12 meses

Nos últimos 12 meses (fevereiro de 2017 até janeiro de 2018), a variação acumulada é negativa em 0,54% na média nacional.

O Rio de Janeiro lidera as quedas, acumulando desvalorização de 4,72%, seguido de Niterói, com 3,14%. Entre as altas, Florianópolis, com 4,78%, e Belo Horizonte, registrando avanço de 2,96%, são as primeiras colocadas nessa lista.

 

Fonte: DCI

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