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A técnica consiste em placas, que podem ser feitas de concreto leve, aço ou zinco

São Paulo, 21 (AE) - Mais facilidade para lidar com a manutenção elétrica e hidráulica, além de uma configuração que favorece mudanças de ambientes. Assim é o piso elevado, acabamento comum em prédios de escritórios, montados de tal forma que todo o cabeamento passa por baixo dele, que começa a ter mais destaque em projetos de apartamentos residenciais de alto padrão. A técnica consiste em placas, que podem ser feitas de concreto leve, aço ou zinco, por exemplo, apoiadas em pequenas estruturas. "Se houver um problema na tubulação, não precisa quebrar o piso", afirma o arquiteto Raul di Pace, que já na década de 1980 projetou prédios residenciais que utilizavam o piso elevado.

"Por ser um piso totalmente flutuante, permite mudança de layout imediatamente", explica o diretor da Levitare, Daniel Feliciano. A empresa também aplica pisos elevados em áreas externas, como decks de piscinas.

A aplicação da técnica serve também para acomodar modernidades como o cabeamento da TV. "Hoje um apartamento de alto padrão demanda tanta ou mais tecnologia que um escritório", constata o sócio da Werden, Hilton Victor. A empresa fabrica a variedade de piso elevado monolítico, que permite o isolamento acústico do local.

Enquanto o valor do contrapiso convencional é de cerca de R$ 30 o metro quadrado, o piso elevado custa a partir de R$ 80 o metro quadrado.

 

Fonte: Bem Paraná

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