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Mesmo gerando empregos, segmento apresenta menos otimismo

 

De acordo com dados medidos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), após uma sequência de oito altas seguidas, o índice da confiança da construção recuou 1,2 ponto em fevereiro, ao passar de 82,6, em janeiro, para 81,4 pontos.

Segundo a FGV, o resultado baixo é em decorrência do menor otimismo em relação às perspectivas de curto prazo dos empresários. O índice recuou as expectativas em 3,2 pontos para 92,7 pontos, devolvendo a alta do mês passado. O otimismo nos próximos seis meses diminuiu 3,3 pontos na margem, para 94,9 pontos.

"Após oito meses de altas consecutivas, o otimismo arrefeceu. Houve um ajuste nas expectativas de curto prazo, mas, de modo geral, o empresariado ainda se mostra confiante", afirmou Itaiguara Bezerra, coordenador de sondagem da construção da FGV Ibre.

A satisfação dos empresários teve aumento de 0,6 ponto, ao passar de 69,9, em janeiro, para 70,5 pontos. O indicador do grau de satisfação subiu 0,6 ponto, para 73,7 pontos; e o de percepção em relação à carteira de contratos cresceu 0,7 ponto, para 67,5 pontos.

Na contramão da situação nacional, a expectativa é de que os postos de trabalho na construção civil em Salvador melhore. De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), foram liberados quatro alvarás para construtoras em 2018.

O objetivo é gerar cerca de seis mil postos de empregos diretos, o que deve gerar R$ 1,2 bilhão em investimentos na cidade. Além da construção civil, setores como call center, turismo, varejo, têxtil, tecnologia e economia criativa também serão estimulados.

 

Fonte: A Tarde

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