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Acessíveis e necessárias, as moradias populares facilitam a conquista da casa própria para grande parcela da população: pessoas que não podem arcar com grandes custos, recém-casados, jovens profissionais e até mesmo idosos em busca de um estilo de vida mais econômico. No entanto, quando se fala nesse tipo de empreendimento, é comum que venham à mente apartamentos ou casas extremamente simples. Mas o conceito em relação a esse tipo de moradia tem mudado nos últimos anos, tanto em estilo como em infraestrutura e benefícios oferecidos pelos condomínios. 

Se por um lado os conjuntos habitacionais de décadas passadas eram padronizados e sem muitos atributos arquitetônicos, atualmente, com as alterações promovidas nos programas de financiamento para a população de baixa renda, os projetos buscam atender a clientes que sabem o que querem e que podem escolher a moradia mais adequada às suas necessidades.

Casas e apartamentos com arquitetura arrojada, plantas mais detalhadas, condomínios com espaço de lazer completo e melhores localizações passaram a fazer parte dos projetos. “Embora econômicos, os novos empreendimentos destinados à população de baixa renda possuem a qualidade de um imóvel de padrão superior”, afirma Mauro Bastazin, diretor executivo da HM Engenharia, construtora especialista em empreendimentos do segmento popular.

“Com a aprovação do crédito junto à Caixa, a pessoa pode escolher onde deseja morar. Isso tem se refletido em projetos com imóveis mais amplos, acabamento de ótima qualidade e infraestrutura de lazer completo”, explica. Com essas novas características, os clientes passam a cuidar dos imóveis com muito mais apreço, o que contribui para a valorização do empreendimento. Outro impacto positivo gerado pela presença de grandes projetos é o desenvolvimento econômico e social das áreas de entorno, com o surgimento de escolas, farmácias, padarias, supermercados e demais serviços de conveniência. “Além de facilitar a vida dos moradores, que não precisam se deslocar grandes distâncias para encontrar os serviços de que precisam, os projetos acabam contribuindo para aquecer a economia local”, completa Mauro. 

 

Com plantas até 8m² maiores que os empreendimentos encontrados no mercado dos econômicos, os projetos da HM sempre visaram a qualidade das obras nos aspectos que, hoje, são regras de ouro para o segmento. Essas características podem ser vistas no Joias de Santa Bárbara, projeto que reúne 1.360 unidades divididas em seis condomínios em Santa Bárbara d’Oeste, no interior de São Paulo. Além de proporcionar todo o potencial de investimento para a região, os condomínios incorporam em seu espaço áreas de lazer, como playground, churrasqueira, um espaço de convivência e um pomar.

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